Sexta-feira, 09 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 4 de março de 2024
O governo afirma que o livro “O Avesso da Pele” foi aprovado para integrar o catálogo de obras na gestão Bolsonaro.
Foto: ReproduçãoO livro “O Avesso da Pele”, literatura com a qual o escritor Jeferson Tenório venceu o Prêmio Jabuti de 2021, tornou-se objeto de polêmica nas redes sociais durante o fim de semana.
Parlamentares de direita criticaram o Ministério da Educação (MEC) na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva por enviar a obra para escolas, com trabalho voltado ao ensino médio. Estão no foco do debate trechos com diálogos de teor sexual entre os personagens, que usam linguagem popular para se referir aos órgãos genitais masculino e feminino.
O perfil do Instagram da deputada federal Bia Kicis (PL-DF), por exemplo, com 1,9 milhão de seguidores, publicou um vídeo feito pela deputada estadual do Rio Grande do Sul Kelly Moraes (PL). Na gravação da parlamentar gaúcha, uma diretora de escola de Santa Cruz do Sul (RS) lê trechos da obra com indignação.
“Vem, minha branquinha. Vem, meu negão. Chupa a tua branquinha. Chupa o teu nego. Adoro a tua pele branquinha. Adoro a tua pele, meu nego”, escreve Jeferson Tenório em um trecho da obra. Em seguida, ele usa termos obscenos para se referir às genitálias masculina e feminina.
A educadora diz que mais de 200 exemplares de “O Avesso da Pele” foram enviados pelo MEC para o colégio onde ela trabalha.
Governo responde
A Secretaria de Comunicação Social afirma que o livro “O Avesso da Pele” foi aprovado para integrar o catálogo de obras recomendadas pelo Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) em 2022, na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em nota, o MEC diz que “as escolas podem escolher, de forma democrática, os materiais que mais se adequam à sua realidade pedagógica”. Ou seja, o MEC só envia os livros a pedido da instituição de ensino.
A aprovação da obra de Jeferson Tenório consta na portaria 140, publicada no Diário Oficial da União de 16 de setembro de 2022. Foi assinada pelo então secretário substituto de educação básica Gilson Passos de Oliveira.
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
Meus netos estudam em colégio particular, espero que essa imundície não chegue até lá!
É divertido, procurar o que o ladrão premetia a 20 anos…
O CARA SÓ COVERSA, ENGANA, MENTE, E TORRA DINHEIRO….NÃO EVOLUI NUNCA…..
Governo Lula deixou de gastar mais de R$ 20 bilhões em …
https://oglobo.globo.com › Economia
8 de set. de 2008 — – O Lula diz que tiramos a sorte grande. Mas e se esse bilhete não … Como a Educação não é uma prioridade real, faz-se um plano e, no fim …
“””Vem, minha branquinha. Vem, meu negão. Chupa a tua branquinha. Chupa o teu nego”””
Vejo aí e um racismo absurdo. MASSS, como vem de cumpanheiro pode.
Papo furado da bancada da mídia golpista…
Te perguntei alguma coisa?
A aprovação da obra de Jeferson Tenório consta na portaria 140, publicada no Diário Oficial da União de 16 de setembro de 2022.
A extrema esquerda e seus rastros de imundícia…
Enquanto desinformados ficam colocando a culpa uns nos outros, os oportunistas vão enriquecendo e o país vai afundando.
Quem gosta de um negão é a janja.
Esse oportunista se elegeu porque queriam tirsr Bolsonaro, não apareceu um homem de verdade para governsr esse país nos ultkmos anos!
Gilson Passos de Oliveira era Diretor de Políticas para Escolas Cívico Militares, livro aprovado pela portaria assinada por ele juntamente com outros 530 livros. Obviamente não passou pelo crivo correto de sua assessoria e nitidamente “assinou sem ler”. Agora pagará a pecha de ter aprovado esse lixo de livro, tão festejado pela esquerda. Olha a cara de felicidade do cachaceiro. E segue o baile da esquerda de tentar desconstruir valores morais, éticos, de caráter e principalmente honestidade.