Quinta-feira, 13 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 3 de março de 2025
Kremlin acusou Zelensky de "uma completa falta de habilidade diplomática"
Foto: ReproduçãoO governo da Rússia chamou nesta segunda-feira (3) de “episódio sem precedente” o bate-boca entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. Na sexta-feira, Trump e Zelensky discutiram durante um encontro no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, para debater o acordo de exploração de recursos minerais da Ucrânia pelos EUA, que acabou não indo adiante.
“O que aconteceu na Casa Branca na sexta-feira, é claro, demonstrou o quão difícil será chegar a uma trajetória de acordo em torno da Ucrânia. O regime de Kiev e Zelensky não querem paz. Eles querem que a guerra continue”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.
O episódio que gerou fortes reações da comunidade internacional e suspeitas de aproximação entre Washington e Moscou. Questionado se houve novo contato entre Trump e o presidente russo, Vladimir Putin, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, respondeu: “nenhum (contato) que possa ser tornado público”.
Peskov não criticou a postura de Trump, mas acusou Zelensky de “uma completa falta de habilidade diplomática, no mínimo” e disse que o episódio mostrou que será difícil uma negociação com Kiev.
O porta-voz afirmou ainda que Putin “está ciente” do bate-boca, mas não quis dizer se ele fez comentários sobre a discussão.
O Reino Unido, a França e a Ucrânia concordaram em elaborar um plano de cessar-fogo na guerra para apresentar aos Estados Unidos, disse o primeiro-ministro britânico Keir Starmer no domingo (2), antes de cúpula de líderes europeus em Londres.
“Concordamos que o Reino Unido, juntamente com a França e possivelmente mais um ou dois países, trabalhará com a Ucrânia em um plano para interromper os combates. E então discutiremos esse plano com os Estados Unidos. (…) É realmente importante mantermos nosso foco central, que é a paz duradoura na Ucrânia”, afirmou Starmer em entrevista à rede britânica BBC.
Starmer descreveu a decisão como “um passo na direção” certa após o bate-boca entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e Zelensky na Casa Branca na sexta-feira. Na ocasião, Trump acusou o presidente ucraniano de ser ingrato pelo apoio dos EUA na luta contra a invasão russa, e o encontro terminou sem a assinatura do acordo de terras raras na Ucrânia.
“Em vez de cada país da Europa avançar separadamente, o que seria bastante lento, provavelmente precisamos formar agora uma coalizão dos dispostos”, disse Starmer. As informações são do portal de notícias g1.
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Aquele que quiser derrotar a América [do norte] cortará a guerra.
Por: Chua Qinling, escritor chinês
1. A maior ameaça aos Estados Unidos da América [do norte] não é a China, mas a paz.
2. A paz mundial acabará com o império do dólar [norte-]americano construído em torno da guerra, da economia de guerra e do comércio de guerra.
3. Quando a paz reinar no mundo, os [norte-]americanos estarão perdidos.…See more
Qual seria a sua sugestão? Admitir a derrota e perder territórios ocupados? Se sim o que garente que Putim futuramente não invada outros países da antiga União Soviética?
Ele esta trabalhando , para que o fluxo de dinheiro para a “guerra” , não cesse…
Se fizerem um “follow the Money”….acharão BILHOES, nas contas da Faamilia dele…
Só mais um larapio, ladrão, Assasino, estilo LULISTA….
Apesar de ter começado e se ela quiser tanto a paz como deseja, a solução é simples e rápida.
É só devolver as terras ocupadas à Ucrania e o problema está resolvido.