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Mundo Guerra na Ucrânia: dez hospitais já foram destruídos no conflito, diz ministro ucraniano

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Tropas russas já recuaram de região próxima à capital da Ucrânia. (Foto: Serviço de imprensa do Estado Ucraniano/Divulgação)

O ministro da Saúde ucraniano, Viktor Lyashko, afirmou nesta terça-feira (22) que dez hospitais foram completamente destruídos desde o início da invasão militar da Rússia na Ucrânia, em 24 de fevereiro. Muitas unidades de saúde também não puderam ser reabastecidas com medicamentos e suprimentos por causa de combates que ocorrem nas proximidades.

Segundo a agência de notícias Reuters, durante o pronunciamento em rede nacional o ministro disse ainda que, em meio a pandemia, testes de covid são realizados apenas em áreas onde não há combates, o que dificulta esforços para rastrear a doença no país.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) diz ter confirmado 62 ataques a instalações de saúde na Ucrânia desde o início da guerra, resultando em 15 mortes e pelo menos 37 feridos.

Negociações

O Kremlin, por meio de seu porta-voz, Dmitry Peskov, manifestou insatisfação com o andamento das negociações entre Rússia e Ucrânia em busca de um acordo de paz para encerrar a guerra.

“O grau de progresso provavelmente está aquém do que gostaríamos e do que é exigido pela dinâmica dos desenvolvimentos da situação do lado ucraniano”, disse Peskov em referência à guerra, em uma conversa por videoconferência com jornalistas citada pela agência russa RIA.

“O lado russo demonstra uma vontade muito maior de trabalhar de forma rápida e significativa.”

Perguntado sobre a possibilidade de um encontro pessoal entre Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky, o porta-voz do Kremlin observou que antes disso “é necessário chegar a um acordo”, para que só então os líderes se encontrem.

“Para falarmos de uma reunião entre os dois presidentes, é preciso fazer o dever de casa antes”, afirmou Peskov.

“As conversas precisam ser realizadas e seus resultados acordados. Não houve nenhum progresso significativo até agora.”

Armas nucleares

A Rússia só usará armas nucleares na Ucrânia se enfrentar uma “ameaça existencial”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, à CNN Internacional nesta terça.

A afirmação foi feita à jornalista Christiane Amanpour, da CNN Internacional, que havia perguntado ao porta-voz do Kremlin se ele estava “convencido” de que o presidente russo, Vladimir Putin, uma pessoa com quem tem uma relação próxima, não usaria armas nucleares na Ucrânia:

“Temos uma doutrina de segurança interna, e ela é pública, você pode ler nela todas as razões para o uso de armas nucleares”, respondeu Peskov. “Se for uma ameaça existencial ao nosso país, então elas podem ser usadas, de acordo com nossa doutrina.”

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