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Mundo Guerra no Irã já custou US$ 25 bilhões aos Estados Unidos, afirma Pentágono

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O Pentágono apresentou sua primeira estimativa pública do custo da guerra no Irã até o momento. (Foto: Reprodução)

O Pentágono apresentou sua primeira estimativa pública do custo da guerra no Irã até o momento. O valor: US$ 25 bilhões (mais de R$ 125 bilhões). Os dados foram divulgados durante o depoimento do Secretário de Defesa Pete Hegseth e do General Dan Caine Congresso americano sobre a guerra no Oriente Médio.

A sabatina de Hegseth ocorre em um momento em que as negociações de paz com Teerã chegaram a um impasse.

O secretário de Defesa, que é criticado pela oposição democrata devido à falta de informações fornecidas sobre o conflito, responde a perguntas de membros da Comissão de Serviços Armados da Câmara.

Os democratas pressionaram Hegseth sobre a guerra, questionando o que ela alcançou. O secretário atacou os críticos do governo Trump, dizendo que o “maior adversário” das forças armadas americanas são as “palavras ineficazes e derrotistas” dos democratas e de alguns republicanos no Congresso.

O pedido orçamentário do Pentágono, de US$ 1,45 trilhão – aumento de aproximadamente 40% em relação ao orçamento deste ano, é também tema da audiência. Hegseth insistiu que o gasto era necessário para colocar a base industrial do Pentágono em “estado de guerra”.

Em reunião com executivos da indústria petrolífera, presidente Donald Trump disse que considera manter o bloqueio naval aos portos iranianos por meses, se for necessário.

Durante um jantar de Estado na Casa Branca na terça, 28, Trump afirmou ao rei Charles III que Teerã havia sido “derrotada militarmente”. O porta-voz das Forças Armadas iranianas, Amir Akraminia, no entanto, declarou à televisão estatal momentos depois que a República Islâmica não considera “a guerra encerrada” e que Teerã “não confia nos Estados Unidos”.

A proposta mais recente de Teerã, transmitida pelo mediador Paquistão e discutida por Trump e seus assessores em uma reunião na segunda, 27, estabelece pontos inegociáveis, as chamadas “linhas vermelhas”, que incluem o programa nuclear iraniano e o Estreito de Ormuz, segundo a agência de notícias Fars.

Informações indicam que o plano também exigiria que Teerã reduzisse o controle sobre o canal marítimo e que Washington suspendesse o bloqueio aos portos iranianos enquanto as negociações mais amplas continuam. As informações são dos jornais O Estado de S. Paulo e The New York Times e da agência de notícias AFP.

 

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