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Política Homem é detido pela Polícia Federal após ofender Lula em visita ao interior do RJ na segunda

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Outras três pessoas estavam no carro e também foram conduzidas à delegacia.

Foto: Reprodução
Outras três pessoas estavam no carro e também foram conduzidas à delegacia. (Foto: Reprodução)

Um homem foi detido pela Polícia Federal (PF) por chamar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “ladrão”. O caso ocorreu em Campos dos Goytacazes (RJ), na última segunda-feira (14), quando Lula passava em um comboio para participar da inauguração do novo prédio da Universidade Federal Fluminense (UFF) na cidade, a 280 km da capital carioca.

De acordo com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), a comitiva do presidente foi surpreendida na BR-101, quando andava em direção à universidade, por um carro no acostamento. A secretaria afirma que o veículo emparelhou com os carros da presidência. Em um vídeo que circula nas redes sociais, é possível observar o momento em que o homem começa a proferir as ofensas contra o presidente. “Lula ladrão” e “ele está roubando o meu dinheiro” foram algumas das afirmações do suspeito, que gravou a própria ação.

A Secom afirmou que a PF decidiu abordar o motorista por considerar a atitude “temerária”. Segundo a pasta, outras três pessoas estavam no carro e também foram conduzidas à delegacia, mas, após o ocorrido, não tiveram mais informações sobre a detenção.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a abordagem da PF foi apenas ao motorista, autor das ofensas. Ele foi levado para prestar esclarecimentos sobre o episódio e depois liberado, e irá responder acusação pelo crime de injúria, de acordo com a polícia.

No evento de inauguração, Lula discursou ao lado do bispo diocesano de Campos, Dom Roberto Francisco Ferrería da Paz. A aparição ocorre em um momento no qual Lula enfrenta perda de apoio entre os católicos: segundo pesquisa Datafolha, sua popularidade entre adeptos da religião caiu de 42% para 28%.

Ao mesmo tempo, setores da direita avançam sobre esse eleitorado. Um exemplo é o Frei Gilson, líder católico conhecido por suas pregações e transmissões online. Alvo de críticas da esquerda por discursos considerados misóginos e anticomunistas, Frei Gilson nunca declarou apoio direto a Jair Bolsonaro (PL), mas passou a ser apoiado por bolsonaristas e pelo próprio ex-presidente.

Campos dos Goytacazes é um tradicional reduto bolsonarista. No segundo turno das eleições de 2022, Bolsonaro obteve 63% dos votos válidos no município, contra 36,8% de Lula. Trata-se ainda da cidade natal do presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Rodrigo Bacellar (União), apontado como possível sucessor do governador Cláudio Castro (PL). Ambos não compareceram ao evento.

A visita foi marcada por manifestações contrárias ao governo. Muros próximos à universidade amanheceram pichados com “Fora, Lula”, e um manifestante chegou a pendurar um cartaz declarando que a cidade estava “de luto” com a presença do presidente. As informações são do jornal O Globo.

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Cezar Roldão Schuaste
18 de abril de 2025 13:22

O governo da democracia e do amor, que prende principalmente quem fala a verdade.

Artur Bando
18 de abril de 2025 15:04

NÃO OFENDEU….SÓ falou a Verdade….

Na verdade foi um desabafo…

Ale Mountain
18 de abril de 2025 16:18

Quando a direita voltar vamos ver quem vai para cadeia!

Vanderlei Stefani
18 de abril de 2025 15:14

Depois vão pra cadeia, e aí como covardes que são começam com o VITIMISMO

João Fernando Zacher
18 de abril de 2025 18:46

Isso se chama livre manifestação…. e aqueles sujeitos que jogavam futebol com a cabeça do Bolsonaro…onde estão ?.. Ah.. os jornais disseram que era livre manifestação…mas na Democracia Relativa do Lules ofender o ditador é proibido.

Artur Bando
18 de abril de 2025 20:02

Lulismo, vai tirar a pele deste cara… As ditaduras usam o medo para evitar, censurar…Para inibir manifestações…
Os milhares de brasileiros que foram presos no dia 8 ….foram sequestrados/presos…para meter medo na população.
Centenas de vidas…centenas de familias destruidas, para alimentar um projeto de poder…

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