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Colunistas ICL, cadê você

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Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Mesmo após ter sido alertado numerosas vezes, o Instituto Combustível Legal (ICL), composto por um pool das maiores distribuidoras do Brasil, vem se omitindo sobre um caso muito sério que afeta diretamente o consumidor e o Estado brasileiro. Informes de investigadores que chegam à Coluna dão conta de que uma grande refinaria localizada no Sul do País, e controlada por empresas filiadas ao ICL, teria vendido mais de 100 milhões de litros de solvente utilizados na adulteração de gasolina em São Paulo. Esse volume tem capacidade de adulterar mais de 1 bilhão (!!) de litros do combustível. Para o leitor ter uma ideia do tamanho do estrago no tanque, significa a venda total de gasolina de alguns meses no Estado de São Paulo. O pior é que se noticia no mercado, segundo fontes com detalhes do caso, que esse produto foi vendido sem marcação compulsória – o que poderia impedir a adulteração e que seria exigência da Agência Nacional do Petróleo. Ou seja, o solvente está saindo da refinaria pronto para ser utilizado na adulteração. Agora, segue a questão, ICL, cadê você?

Apareçam!

Como adiantado pela Coluna, a oposição não esquece o escândalo de assédio envolvendo o ex-ministro dos Direitos Humanos Sílvio Almeida. A Comissão de Segurança Pública da Câmara analisa hoje seis requerimentos pautados, entre eles os que pedem a presença do ex-ministro – por ora são convites – e do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, para tratar do caso.

Reféns de Maduro

Não foi animadora reunião do chanceler Mauro Vieira com seu homólogo venezuelano, Yván Gil, para que Nicolás Maduro autorize um salvo-conduto para os seis opositores asilados naquela que foi a Embaixada Argentina em Caracas. O Brasil segue à frente das instalações, mas também é responsável pela integridade física dos opositores de Maduro. Cabe ao Itamaraty negociar com o regime a saída dos opositores do país.

Acarajé azedou

Não chamem para uma mesa de acarajé o presidente Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Adolfo Menezes (PSD-BA), e o chefe da Casa Civil da Presidência, o ex-governador Rui Costa. Constam nos corredores que Menezes está furioso com Rui por ele não ter apoiado, nem com foto, seus candidatos aliados no interior nesta eleição. Foi Menezes, em especial, quem ajudou a nomear a esposa do ministro para o TCE baiano.

Além-China

O vice-primeiro-ministro e ministro do Comércio e Indústria de Singapura, Gan Kim Yong, desembarca em Brasília para agenda entre 23 e 25 de outubro a fim de discutir as relações bilaterais, incluindo o Acordo de Livre Comércio MERCOSUL-Singapura, assinado em dezembro de 2023. Muitas grandes empresas estão de olho nesse acordo, que abrirá mais os portos da Ásia além dos chineses.

“Porta de entrada”

O Rio de Janeiro está sem “porta de entrada” à altura do Brasil, com a atual concessão do Aeroporto do Galeão. O terminal internacional deixa a desejar, segundo passageiros que relataram seus desembarques na madrugada da sexta-feira (4). Saguão deserto, painéis desligados e esteiras desligadas. Nenhuma escada rolante funcionando, dizem passageiros que chegaram em voos de Roma, Lisboa, Londres e Frankfurt (voo LH500).

(@colunaesplanada)

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Jorge Schröder
9 de outubro de 2024 12:03

A aproximação do Brasil e China pode ser considerado um novo dilema, entre benefícios e malefícios do acordo…Os chineses, comprovadamente são gafanhotos de riquesas naturais, não tem escrupulos em explorar no mundo inteiro estas riquesas e nossa legislação é completamente ECO-cochata, não vai ceder com naturalidade, basta ver a reserva equatorial do petróleo da foz do Rio Amazonas e o cultivo de cana no Mato grosso…imposivel conviver , independente de quem esteja no poder, mesmo o ladrão.

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