Domingo, 08 de novembro de 2026
Por Redação O Sul | 16 de março de 2016
Apesar de ter sofrido câncer no intestino, três infartos e de ter mal de Parkinson há 13 anos, o idoso de 72 anos Manoel Santos Silvério Neto não deixou de praticar atividade física e viu no Hapkido, arte marcial coreana especializada em defesa pessoal, a força para enfrentar os problemas de saúde. Três vezes por semana ele auxilia o filho, que é mestre na arte marcial, a dar aulas em uma academia. Para ele, o auxílio é como se fosse uma espécie de tratamento para a doença.
“Luto desde adolescente e sei que estou vivo porque sempre pratiquei exercício físico. Já sofri infarto e até câncer. Mas ainda bem que me recuperei. O mal de Parkinson, que tenho há 13 anos, está controlado por conta da atividade física. Todos os dias acordo cedinho para fazer alongamento e abdominal. Já no período da tarde e a noite, eu auxilio meu filho na academia e é ótimo para mim. A luta é minha paixão e eu vi no Hapkido uma forma de me tratar”, conta.

“A luta é minha vida e não vou deixar de lutar”, disse.
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