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Armando Burd Indignação

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Jânio Quadros, um excêntrico na Presidência da República. (Foto: Reprodução)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

 

“Cadê o retorno dos impostos que pagamos?” foi a pergunta que mais apareceu em faixas e cartazes durante as passeatas de junho de 2013. Pode ser repetida pelos eleitores agora porque as respostas se mostraram pífias.

Mais uma vez

O governo federal silencia sobre a inclusão no orçamento do repasse de 39 bilhões de reais aos Estados por conta do ressarcimento da Lei Kandir. O Rio Grande do Sul teria quase 4 bilhões por ano. Cabe aos senadores e deputados federais forçarem o Ministério da Fazenda.

Carrossel não para

Em 1992, o então deputado federal Geraldo Alckmin votou a favor do impeachment de Fernando Collor. Vai apoiar o ex-presidente, que concorrerá ao governo de Alagoas.

Negado

Na tentativa de reforçar o mito e caracterizar uma injustiça, a direção do PT está solicitando às emissoras de TV que deixem uma cadeira vazia nos debates, representando Lula. Até agora, nenhuma concordou.

Inusitado

O marechal Henrique Teixeira Lott, em 1960, foi o último militar a concorrer em eleições diretas à Presidência da República. Reconhecido por suas posições legalistas, obteve 33 por cento dos votos. Jânio Quadros, que se tornou conhecido como o “Homem da Vassoura”, chegou a 48 por cento. Antes de completar sete meses no poder, abandonou o cargo. Vale a pena recordar o episódio: ele embarcou em Brasília a 25 de agosto de 1961. Ao chegar em São Paulo, tinha certeza de que uma multidão estaria aguardando para levá-lo de novo ao poder. Ao ver que não havia ninguém no aeroporto, perguntou ao assessor: “Onde estão as massas?”. A resposta: “Massas, agora, só no restaurante do andar abaixo”.

Não adiantará nada

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou ontem a proibição de casamento de menores de 16 anos. Irá para votação em plenário com regime de urgência. Equivale a uma gota d’água no oceano. Não será com a assinatura de uma lei que o comportamento de adolescentes mudará. Tem muito mais por fazer, a começar pelo abandono dos Pais.

Como sempre

Sairá do bolso dos consumidores o aumento de 1 bilhão e 446 milhões de reais para as quotas anuais a serem pagas pelas concessionárias de energia elétrica. Quando precisam explicar com clareza a origem do déficit, dá um apagão na Agência Nacional de Energia Elétrica.

Outros tempos

A cotação do dólar, a 9 de agosto de 1998, estava em 1 real e 16 centavos. Já achavam elevada. Em 20 anos, o valor foi multiplicado por quatro com a ajuda do setor público, marcado por inépcia, incúria, abusos, instabilidade, incompetência e corrupção.

Exige pressa

A Secretaria Municipal de Segurança, por suas tarefas, não pode ficar muito tempo com um responsável interino. Kleber Senise, titular que deixou o cargo, tinha voz de comando. Entre suas realizações estão o cercamento eletrônico da cidade, o combate ao comércio ilegal e a conquista do poder de polícia para a Guarda Municipal, que deixou apenas de cuidar de prédios.

O que faz o capitalismo

Em 2030, o Produto Interno Bruto da China deverá corresponder a duas vezes o dos Estados Unidos. Estimativa da Euromonitor Internacional, provedora global de inteligência estratégia de mercado. Na época em que seguia a cartilha do comunismo na economia, o povo chinês vivia empobrecido. A adesão ao capitalismo no sistema de produção garantiu o salto.

Dia histórico

A 9 de agosto de 1943, o ministro da Guerra, general Eurico Gaspar Dutra, convidou o general Mascarenhas de Morais para chefiar a recém criada 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária. Depois, transformou-se em Força Expedicionária Brasileira, que lutou contra o nazifascismo na Itália.

Segundo tempo

Na Copa, Neymar caiu o que tinha de cair. Próxima atração: a queda de candidatos nas pesquisas.

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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