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Brasil Inflação do aluguel perde força neste início de 2016

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Chamado de inflação do atacado, o IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo), usado no cálculo do IGP-M, registrou variação de 0,35% na primeira prévia de janeiro contra 0,37% no mesmo período de dezembro. (Foto: Lucas Uebel/ o Sul)

O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), conhecido também como inflação do aluguel, porque é usado para reajustar a maioria dos contratos imobiliários, perdeu força de dezembro para janeiro de 2016, passando de 0,44% para 0,41% na primeira prévia de janeiro. Em 12 meses, indicador acumula alta de 10,15%.

Chamado de inflação do atacado, o IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo), usado no cálculo do IGP-M, registrou variação de 0,35% na primeira prévia de janeiro contra 0,37% no mesmo período de dezembro.
O IPC (Índice de Preços ao Consumidor), também conhecido como inflação do varejo, e parte do cálculo do IGP-M, manteve a taxa de 0,73%. A principal contribuição partiu do grupo alimentação (de 0,94% para 1,56%).

Também usado no cálculo do IGP-M, mas com peso menor, o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) registrou, na primeira prévia de janeiro, taxa de variação de 0,05%, abaixo do resultado de dezembro, de 0,22%.

Baixa Renda
A inflação da baixa renda, medida pelo IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1), atingiu 0,97% em dezembro, acumulando, em 2015, uma alta de 11,52%, segundo a FGV (Fundação Getulio Vargas). O resultado, puxado pela altas de alimentos, habitação e transportes, representa quase o dobro do registrado em 2014, quando o indicador acumulou avanço de 6,29%. (AG)

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