Sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
17°
Mostly Cloudy / Wind

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Inflação oficial do País fica em 0,41% em novembro e acumula alta de 5,13% no ano

Compartilhe esta notícia:

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta no mês passado

Foto: Marcos Santos/USP Imagens
No ano, o IPCA acumula alta de 2,95%, de acordo com o IBGE. (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), considerado a inflação oficial do País, ficou em 0,41% em novembro, 0,18 ponto percentual abaixo do resultado de outubro (0,59%), segundo dados divulgados nesta sexta-feira (09) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No ano, o IPCA acumula alta de 5,13% e, nos últimos 12 meses, de 5,90%, abaixo dos 6,47% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro de 2021, a taxa havia sido de 0,95%.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta no mês passado. Os maiores impactos no índice vieram de transportes (0,83%) e alimentação e bebidas (0,53%), com 0,17 ponto percentual e 0,12 ponto percentual, respectivamente. Juntos, os dois grupos contribuíram com cerca de 71% do IPCA de novembro.

A maior variação, por sua vez, veio de vestuário (1,10%), cujo resultado ficou acima de 1% pelo quarto mês consecutivo. O grupo saúde e cuidados pessoais (0,02%) desacelerou em relação a outubro (1,16%) e ficou próximo da estabilidade, enquanto habitação (0,51%) superou o mês anterior (0,34%). Os demais grupos ficaram entre a queda de 0,68% em artigos de residência e a alta de 0,21% em despesas pessoais.

A alta dos transportes (0,83%) se deve principalmente ao aumento dos combustíveis (3,29%), que haviam recuado 1,27% em outubro. Os preços do etanol (7,57%), da gasolina (2,99%) e do óleo diesel (0,11%) subiram em novembro. A exceção foi o gás veicular, com queda de 1,77%. A gasolina exerceu o maior impacto individual no índice do mês (0,14 ponto percentual).

O grupo alimentação e bebidas teve alta de 0,53%, puxado pelos alimentos para consumo no domicílio (0,58%). As maiores variações vieram da cebola (23,02%) e do tomate (15,71%), cujos preços já haviam subido em outubro (9,31% e 17,63%, respectivamente). Além disso, houve alta nos preços das frutas (2,91%) e do arroz (1,46%).

tags: em foco

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

1 Comentário
mais recentes
mais antigos Mais votado
João Fernando Zacher
9 de dezembro de 2022 14:29

– Vou guardar essa reportagem para mostrar daqui há
seis meses ou um ano, a bela administração do
” papai-Luladrão ” e o Haddad comandando a economia.

Rio Grande do Sul deve ter fortes chuvas na próxima semana
Programa Nota Fiscal Gaúcha distribui R$ 1 milhão em prêmios no sorteio mensal de dezembro
Pode te interessar
1
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x