Sexta-feira, 29 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 6 de janeiro de 2016
A inflação para a população de baixa renda, medida pelo IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1), atingiu 0,97% em dezembro, acumulando, em 2015, alta de 11,52%, segundo dados divulgados pela FGV (Fundação Getulio Vargas) nesta quarta-feira (06).
O resultado representa quase o dobro do registrado em 2014, quando o indicador acumulou avanço de 6,29%. No ano passado, entre todos os tipos de despesas feitas por esse consumidor de baixa renda, o que mais subiu foi o preço dos alimentos (13%), seguido por transportes (13,2%) e habitação (14,6%).
Na sequência, estão as altas de despesas diversas (9,34%), saúde e cuidados pessoais (8,16%) e educação, leitura e recreação (7,73%). Subiram menos os preços relativos a vestuário (3,62%) e comunicação (1,11%).
Os itens que mais pressionaram o índice foram: cebola (20,13%), tomate (10,05%) e açúcar refinado (8,3%). Por outro lado, ficaram mais baratos os preços de geladeira e freezer (-0,62%), alface (-1,10%) e pescados (-5,94%). (AG)
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