Quarta-feira, 27 de maio de 2026

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Brasil Inflação para o consumidor perde força no início de junho

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Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pela FGV. (Foto: Banco de Dados)

Com uma alta menos pronunciada dos alimentos, a inflação medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) desacelerou para 0,59% na primeira prévia de junho, após se situar em 0,64% na leitura final de maio. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (08) pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Cinco das oito classes de despesa que compõem o IPC-S registraram taxas de variação mais baixas, com destaque para Alimentação, que saiu de alta de 0,77% no fim de maio para 0,60% no início de junho, beneficiado pelo comportamento das hortaliças e legumes (2,21% para -0,32%), como cenoura (-29,03%), tangerina (-22,55%) e tomate (-5,83%).

Tiveram abrandamento no ritmo de alta Saúde e cuidados pessoais (1,36% para 1,13%), Despesas diversas (3,65% para 3,08%), Comunicação (0,29% para 0,24%) e Vestuário (0,65% para 0,62%), influenciados por medicamentos em geral (2,83% para 1,90%), cigarros (8,70% para 6,57%), tarifa de telefone móvel (0,46% para 0,29%) e calçados (0,51% para 0,41%), respectivamente.

Em contrapartida, Habitação passou de um avanço de 0,77% para 0,87%, enquanto Transportes foi de queda de 0,42% para recuo de 0,32% e Educação, leitura e recreação deixaram baixa de 0,13% para decréscimo de 0,08%, devido ao reajuste da taxa de água e esgoto residencial (2,70% para 4,19%), automóvel novo (0,47% para 0,60%) e excursão e tour (-1,60% para -0,80%), nesta ordem.

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