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Brasil Inflação para o consumidor de baixa renda desacelera, mas sobe 8% no ano

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A maior contribuição para o aumento de preços partiu do grupo alimentação. (Foto: Romildo de Jesus/AE)

A inflação para o consumidor de baixa renda, medida pelo IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1), desacelerou de 0,68% em julho para 0,06% em agosto, informou a FGV (Fundação Getulio Vargas) nesta quinta-feira (03). Com esse resultado, o indicador acumula alta de 8,01% no ano e de 10,37% nos últimos 12 meses.

Metade dos grupos analisados pela FGV registrou variação de preços menor. O item alimentação passou de 0,94% para -0,36%; habitação, de 1,18% para 0,18%; vestuário, de -0,21% para -0,26%; e despesas diversas, de 0,16% para 0,12%.

Na contramão, subiram os preços de transportes (de 0,13% para 0,42%), saúde e cuidados pessoais (de 0,42% para 0,59%), educação, leitura e recreação (de 0,03% para 0,34%) e comunicação (de 0,08% para 0,10%).

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