Segunda-feira, 25 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 20 de outubro de 2025
Uma reunião entre Lula e Trump ocorreria em um momento estratégico para as relações bilaterais
Foto: Divulgação/Casa Branca/Ricardo Stuckert/PRO diretor do Departamento de Índia, Sul e Sudeste da Ásia do Itamaraty, Everton Lucero, afirmou nesta segunda-feira (20) que, se confirmado, o esperado encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, à margem da cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), na Malásia, deverá ocorrer no próximo domingo (no horário de Brasília), dia da abertura do evento.
Após a solenidade, Lula terá reuniões bilaterais, entre elas com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, e com outros líderes da região.
“A grade da programação do presidente Lula não está totalmente tomada”, afirmou o diplomata, ressaltando não ter informações sobre uma possível reunião entre os dois presidentes. “É bastante possível (o encontro)”, acrescentou.
Em Kuala Lumpur há 11 horas de diferença em relação a Brasília. O horário estimado para a abertura da reunião da Asean é às 10h, o que corresponde às 23h do dia anterior no Brasil. Assim, as bilaterais de Lula começariam a partir da madrugada de sábado para domingo.
O encontro entre os presidentes do Brasil e dos Estados Unidos está sendo preparado pelas chancelarias dos dois países. Há cerca de duas semanas, eles conversaram por telefone durante meia hora.
O diálogo foi seguido por uma reunião em Washington, na última quinta-feira, entre o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado americano, Marco Rubio.
Nos dois casos, o foco foi a economia. Não se tratou do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado.
Uma reunião entre Lula e Trump ocorreria em um momento estratégico para as relações bilaterais, abaladas pela imposição de tarifas elevadas sobre produtos brasileiros e pela aplicação de sanções contra cidadãos nacionais, incluindo o ministro do STF Alexandre de Moraes. Segundo a Casa Branca, essas medidas estão relacionadas ao processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro no STF.
Autoridades que acompanham o tema em Brasília avaliam que a reunião poderá marcar o início de uma mudança na relação bilateral, abrindo caminho para negociações comerciais e um diálogo político mais estável. A expectativa é de que haja disposição de ambos os lados para superar a pior crise em mais de 200 anos de relações entre Brasil e Estados Unidos.
Na viagem à Ásia, Lula fará duas visitas de chefe de Estado: nesta quinta-feira (23), estará em Jacarta, onde se reunirá com o presidente da Indonésia, Prabowo Subianto neste sábado (25), encontrará o primeiro-ministro malaio, Anwar Ibrahim. Está prevista a participação do presidente brasileiro em fóruns empresariais nos dois países.
Nos dias 26 e 27 ocorrerá a cúpula da Asean. Lula será o primeiro presidente brasileiro a participar de uma reunião de países da região. Trump também foi convidado e confirmou presença.
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Faria Lima já assimila vitória de Lula no primeiro turno,
Investidores veem enfraquecimento do bolsonarismo, melhora nas relações internacionais e avanço de Lula sobre eleitorado evangélico
O “anão diplomático” vai ter de levar estoque extra de fraldas geriátricas para se encontrar com o Trump…
Sabe o que me ocorreu?com o Carvajal ex braço direito do Maduro dando o serviço não sei não se o Lulalarapio não desconfia que se ele for sós EUA ele já fique engaiolado!!
ta todo cagado o valente kkkkk
Lula avança e a direita estrebucha na maca sem rumo nem candidato