Terça-feira, 03 de novembro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
21°
Mostly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia “Já vivi muitas crises; essa também vai passar”, diz o segundo homem mais rico do Brasil

Compartilhe esta notícia:

Empresário deve acenar com uma capitalização de até R$ 12 bilhões na empresa. (Foto: Scott Olson/Getty Images)

O empresário Jorge Paulo Lemann, fundador do grupo 3G Capital, disse que é importante manter o foco e seguir em frente diante do cenário de crise gerada pela pandemia do novo coronavírus. “Ja vivi muitas crises. Eu nasci cinco dias antes da Segunda Guerra Mundial”, disse o empresário de 80 anos, que contou que já atravessou de 10 a 11 crises ao longo de sua vida. Jorge Paulo Lemann é o segundo homem mais rico do Brasil, atrás apenas de Joseph Safra, segundo o ranking da revista Forbes. “É importante ficar calmo, ajustar-se às mudanças e inovar”, disse Lemann.

Ele afirmou que sua estratégia passa por avaliar e pensar as melhores oportunidades geradas pela crise, mas nunca desistir. “É importante seguir adiante. Esta crise, que deve ser maior do que muita gente pensa, vai passar.”

Lemann participou no sábado (9), por videoconferência, do Brazil Conference at Harvard & MIT, evento anual promovido por estudantes brasileiros em Boston, nos EUA, transmitido pelo jornal O Estado de S. Paulo, em conjunto com o CEO da cervejaria venezuelana Polar, Lorenzo Mendoza, e Verônica Serra, da Innova Capital, ex-bolsista de Harvard.

Educação é chave

O empresário reiterou que a educação é chave para o desenvolvimento dos países. “Eu tenho seis filhos, sete netos, gosto do Brasil e quero vê-lo ser um país competitivo e próspero.” Ele relembrou suas iniciativas de apoio à educação nas quais promove a distribuição de bolsas de estudo e incentiva programas de ensino aos professores. “O que eu faço é apenas uma gota no oceano das enormes necessidades que o Brasil precisa para a educação.”

Entre as iniciativas, destacou o bilionário, estão os programas de apoio ao ensino público realizado no município de Sobral, no Ceará, bem avaliados pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

“Temos investido em educação, assim como o Itaú e a Natura e muitas outras empresas. Há um progresso e uma consciência desta necessidade”, disse o empresário. “Não estamos fazendo tão rápido como os outros países, mas o progresso tem acontecido, devagar, mas tem acontecido”, disse.

Ele contou o que mudou na sua rotina com a covid-19. Sem fazer viagens de negócios, o empresário diz que tem investido seu tempo, isolado com a família em sua casa na Suíça, lendo e pensando.

“Eu costumava ficar o equivalente a 30 dias por ano dentro do avião, não mais do que uma semana em um lugar”, disse ele, que tem participado de reuniões à distância. “Estou amando o Zooming”, disse, sobre o sistema de videoconferência. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

 

 

 

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

O Supremo autoriza Sergio Moro e o advogado geral da União a verem juntos na Polícia Federal a íntegra do vídeo de reunião ministerial comandada por Bolsonaro
O Brasil registra 496 novas mortes por coronavírus e o total de óbitos vai a 11.123
Pode te interessar