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Colunistas Jair Bolsonaro acredita que em 2018 poderia ter vencido no primeiro turno

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Presidente Jair Bolsonaro, ontem, em Macapá. (Foto: Palácio do Planalto)

O presidente Jair Bolsonaro ainda não assimilou todo o contexto das eleições de 2018, onde sagrou-se campeão no segundo turno. Ele acredita que “teria vencido no primeiro turno caso as eleições tivessem sido limpas”:

“Estávamos à beira do socialismo, um país mergulhado em corrupção, um país parecendo que não tinha um norte. Quis Deus que, sobrevivendo a uma facada de um integrante do PSOL, conseguisse sem partido, com um partido muito pequeno, sem marqueteiro e sem televisão ganhar umas eleições, que era pra ter ganhado no primeiro turno se fossem umas eleições limpas no primeiro”.

Ranolfo deixará o governo, mas PSDB deve apoiar candidato do MDB

Entusiasmado com os números na área da segurança pública, o vice-governador Ranolfo Vieira Junior sinaliza a disposição de deixar o governo para disputar, na eleição de outubro, o cargo de governador. Ranolfo pertencia ao PTB, e filiou-se ao PSDB para credenciar-se na disputa. O problema para o seu projeto, está no acordo que o PSDB do governador Eduardo Leite firmou com o MDB. O acordo prevê o apoio dos tucanos ao candidato que o MDB indicar para o Piratini, que será Alceu Moreira ou Gabriel Souza.

Pautas do deputado do NOVO: vacinação infantil e maconha

O deputado estadual Fábio Ostermann, que é candidato a deputado federal pelo NOVO do RS, vem distribuindo cards e folhetos com propaganda radical a favor da imediata vacinação de crianças, com as vacinas experimentais da Pfizer. O deputado já se envolveu em outra polêmica ao defender a pauta da legalização da maconha.

Enquanto isso, na UFRGS segue a disputa esquerda x direita

Impulsionado pela vice-reitora Patricia Pranke, foi aberto um processo interno na UFRGS questionando o agendamento das férias do reitor Carlos André Bulhões, fatiadas em número muito maior do que previsto na legislação, com sucessivas marcações e interrupções fazendo que houvesse consumo dos dias obrigatórios de férias apenas aos finais de semana e ainda, anulação de férias já usufruídas. O objetivo, é claro, foi o de não passar o exercício da reitoria para a vice-reitora, única personagem identificada com a direita na atual gestão. Pode parecer algo “menor” ou “sem importância”, mas o objetivo maior seria impedir que a vice-reitora assuma o exercício da reitoria e tenha acesso aos sistemas eletrônicos da gestão da universidade. Há uma disputa interna hoje na UFRGS, e o reitor, respaldado por um grupo de pró-reitores ligados ao PT, tirou os acessos da vice-reitora aos sistemas depois que ela identificou irregularidades sobre o ingresso de alunos de forma irregular no concurso vestibular ano passado.

Além disso, existem uma série de irregularidades quanto a manipulação do sistema, pois regras estritas quanto à autorização e certificação de férias estão sendo completamente desrespeitadas, conforme fartamente documentado no processo. Depois de questionado pela vice-reitora quanto ao agendamento e interrupção de férias sequencialmente para consumir apenas finais de semana com os dias de férias, o reitor esperou a vice-reitora entrar em férias, e de forma que ainda não se sabe como (pois somente a vice-reitora poderia certificar as férias do reitor).
Uma Nota Técnica do Ministério da Educação (No 168/2020/CGUNE/CRG) deixa claro que reitor e vice-reitor, encontram-se em um mesmo plano hierárquico, sem ascensão de uma sobre a outra.

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