Terça-feira, 02 de Junho de 2020

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Esporte Jogo do São Paulo foi paralisado por causa de um ataque inesperado de vespas a uma bandeira de escanteio

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Situação aconteceu no primeiro tempo da partida no Pacaembu, em São Paulo. (Foto: Reprodução de TV)

O jogo entre São Paulo e Fortaleza no sábado (05), no Pacaembu, foi interrompido por quase cinco minutos por um motivo inusitado: um “ataque” inesperado de vespas a uma das bandeirinhas de escanteio do estádio – não eram abelhas, de acordo com os bombeiros que fizeram o “resgate”.

Aos 25 minutos, Daniel Alves se preparou para bater um escanteio por ali e pouco depois reclamou de dores no pescoço, como se tivesse levado uma picada. A partir daí, a missão era retirar a bandeirinha (e o enxame) dali.

A missão coube ao zagueiro Jackson, do Fortaleza. Com o rosto parcialmente coberto pela camisa, ele conseguiu levar a bandeira para longe – e o objeto foi substituído para que a partida tivesse reinício.

“De acordo com a regra 1, do campo de jogo, as bandeirinhas são obrigatórias. Claro que é preciso preservar a integridade dos jogadores, mas não pode ter jogo sem elas”, afirmou o comentarista Paulo César de Oliveira.

Depois de quase cinco minutos e com o problema resolvido, Arboleda quase fez um gol de cabeça apó cobrança de escanteio de Antony. Diante da bela defesa do goleiro Marcelo Boeck, o narrador Milton Leite, na transmissão do Premiere, não teve dúvidas: “Voou como uma abelha”. O jogo terminou com a vitória de 2 a 1 para o São Paulo.

Elogio

Daniel Alves foi um dos líderes do elenco do São Paulo a pedir a contratação de Fernando Diniz (Hernanes, Pablo e Tiago Volpi também). Após a vitória por 2 a 1 sobre o Fortaleza, no sábado, no Pacaembu, o camisa 10 foi questionado sobre as diferenças entre Cuca, que pediu demissão no dia 26 de setembro, e o atual comandante.

“São duas ideias bem opostas. O Cuca prezava por marcações individuais, prezava por coisas conceitualmente por parte dele que a equipe conseguia assimilar. Outras não tanto. Acredito que o Diniz veio dar esse “upzinho” [crescimento] no nosso time, de mais posicionamento, mais organização tática, mais personalidade de jogar independentemente da zona ou do lugar. Se planta um pouco da modernidade do futebol”, disse Daniel Alves.

“Ele cresceu nos últimos tempos. Qualquer equipe é capaz de complicar durante o jogo, e o Diniz dá essa leitura que o jovem precisa, que uma equipe com tantos nomes e fenômenos como os que temos precisam, às vezes de uma direção. Uma direção moderna. Uma direção tática. O Diniz veio para aportar isso”, completou.

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