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Política Julgamento de Bolsonaro: confira os crimes dos quais o ex-presidente é acusado

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Bolsonaro e outros sete réus são julgados por tentativa de golpe de Estado

Foto: Reprodução/TV Justiça
Entre os apoiadores do ex-presidente, há insatisfação com os rumos que a proposta vem tomando. (Foto: Reprodução/TV Justiça)

A 1ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) começou a julgar nesta terça-feira (2) o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus acusados de tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Os ministros decidirão se condenam ou absolvem os acusados com base nas provas apresentadas.

Entre os principais pontos da acusação, estão a delação do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid; um suposto plano para assassinar autoridades, como o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva; um documento conhecido como “minuta golpista” e os atos extremistas de 8 de janeiro de 2023.

Além de Bolsonaro, compõem o chamado “núcleo crucial” o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), ex-diretor-geral da Abin (Agência Brasileira de Inteligência); o almirante Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha; Anderson Torres, ex-ministro da Justiça; o general da reserva Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional; o tenente-coronel Mauro Cid; o general Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; e o general da reserva Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa.

Os réus são acusados de cinco crimes: organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União e com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado.

A única exceção é Ramagem. No início de maio, a Câmara dos Deputados aprovou um pedido de suspensão parcial da ação penal contra o parlamentar. Com isso, ele passou a responder por somente três do cinco crimes que havia sido acusado: organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.

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Alfred Martin Creutzberg
2 de setembro de 2025 12:13

Colocar Eichmann e Bolsonaro num mesmo nível é meio estranho

Vanderlei Stefani
2 de setembro de 2025 11:51

A Banalidade do Mal: além dos tribunais, quem julga Eichmann e Bolsonaro é a História
Eichmann e Bolsonaro, separados por décadas, enfrentam tribunais e a História, que julga seus atos banais de maldade contra humanidade e democracia

Luiz Antônio Alves
2 de setembro de 2025 11:58

a imprensa não gostas e não é justa ao não fazer matéria sobre os itens de defesa e que mostram realidades sobre o caos jurídico.

Miltch Mitch
2 de setembro de 2025 14:55

Exatamente. Nós anos 60, 70, 90 até 2010 não tinhamos REDES SOCIAIS.
Hoje sabemos, comprovadamente, quem mente e rouba.
O ladrão e o pt serão extintos em breve.
Brasil acima de tudo, Deus acima de todos, e os ESTADOS UNIDOS fiscalizando.

Vanderlei Ochoa
2 de setembro de 2025 12:03

Essa gente não consideraram que não estamos na década de 60, quando meia-dúzia de senhores da alta sociedade saiam às ruas pedindo golpe militar. O mundo é especialmente o Brasil, mudou de lá para cá. Nossa democracia jamais vai permitir golpe de estado que desestruturar nosso país. Parabéns SRF. BOM JULGAMENTO.

Carlos Alberto Pugliese
2 de setembro de 2025 12:45

Julgamento de cartas marcadas … só lembrando o juiz do STE que cochichou pra o outro juiz quando Bolsonaro foi tornado inelegivel… “missão dada, missão cumprida” … só isso já bastava prá anular o processo, num país sério. Mas como estamos na Banania ….

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