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Economia Juros no Brasil: Banco Central insiste em dizer que a taxa Selic continuará em 15% por tempo “prolongado”

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central diz que o cenário atual segue marcado por elevada incerteza, o que exige cautela. (Foto: Divulgação)

Em ata da reunião deste mês, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reiterou que considera o patamar atual da Selic, de 15%, como suficiente para garantir a convergência da inflação à meta, desde que a taxa seja mantida por um período “bastante prolongado”. “A estratégia de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta”, afirmou o colegiado no documento, repetindo a mensagem que trouxe no comunicado da quarta-feira da semana passada.

A avaliação marca uma mudança na comparação com a comunicação de reuniões anteriores. Até o encontro de setembro, o colegiado dizia avaliar se a manutenção da taxa seria suficiente para garantir a convergência à meta. O comitê, porém, manteve a ponderação de que segue vigilante e que os próximos passos da política monetária poderão ser ajustados.

No trecho da ata referente à decisão de política monetária, o colegiado repetiu que o cenário atual segue marcado por elevada incerteza, o que exige cautela. “Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.”

O colegiado repetiu as projeções de inflação acumulada em 12 meses, já apresentadas no comunicado, para 2025 (4,6%), 2026 (3,6%) e o segundo trimestre de 2027 (3,3%) – este último, o horizonte relevante da política monetária. Todas as estimativas estão acima do centro da meta, de 3%. A trajetória considera uma desaceleração dos preços livres, de 4,5% neste ano para 3,2% no horizonte relevante. Os preços administrados devem passar de 5% para 3,5% nesse mesmo período.

Cortes

A ata reforçou a projeção no mercado de que o BC deve retomar até março de 2026 o ciclo de cortes da Selic. Entre 34 casas consultadas pelo Projeções Broadcast, 17 projetam um corte médio de 0,5 ponto porcentual a partir de março, ante 12 que veem espaço para mudança da política monetária já em janeiro. Outras quatro responderam que seria só em abril, e uma, a partir de junho.

Já instituições como BTG Pactual, Itaú Unibanco e Bradesco avaliam que o conteúdo da ata referenda um início do afrouxamento monetário já em janeiro. Para o economista Alvaro Frasson, do BTG, houve um “ajuste” na comunicação da ata na comparação com o comunicado, o que pode indicar que o ciclo de manutenção do juro “está próximo do fim”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Elias Poncio
13 de novembro de 2025 14:26

Essa máfia do BC vou te falar, não dizem quanto custa ao Brasil manter os juros dessa forma e nem quem paga para sustentar os bancos e agiotas oficiais que lucram com tais taxas.

Marcos Alves
13 de novembro de 2025 18:40

Pois então, é esse Galipolo, indicado pelo LADRÃO CACHACEIRO, é ele o único culpado pela Selic estar em 15%. Os investidores de Renda Fixa agradecem

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