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Cláudio Humberto Justiça do Trabalho pode criar nova onda da covid

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Vade retro! (Foto: Enio)

Juristas avaliam como certa a tendência de uma onda de indenizações na Justiça do Trabalho para empregados que contraírem covid na volta à rotina. Apesar de ser impossível precisar onde alguém foi infectado, na maioria dos casos, seja no transporte coletivo, em festas ou até em encontros familiares, a expectativa é que seja aplicado o “nexo de causalidade”, concluindo que a infecção foi no ambiente de trabalho. Isso significa, na prática, que vai sobrar novamente para o empregador.

Tendência negada

A ministra Maria Cristina Peduzzi, presidente do TST, não vê isso. Ela observa temas mais recorrentes, relacionados a verbas rescisórias.

Doença moral

A expectativa de advogados é obter indenizações de danos materiais, para cobrir gastos com saúde, e também pagamento por danos morais.

Ainda tem mais

Segundo a advogada e professora de Direito Kelly Amorim, além da indenização, há ainda a “estabilidade quando o empregado retornar”.

Não vai acabar bem

País que ama o emprego e odeia o empregador, o Brasil ainda conseguirá impedir novos investimentos que gerem mais trabalho.

Witzel criou faixa para brincar de ser presidente

Os apoiadores que restaram ao ex-governador Wilson Witzel, quando ainda estavam no cargo, já desconfiavam de que ele havia perdido o juízo bem antes da crise que resultou no seu impeachment. “Estava tão obcecado em pegar a faixa presidencial que ele próprio ‘desenhou’ a faixa de governador, até então inexistente, como para brincar de ser presidente”, conta um dos ex-auxiliares que pediu para não ser citado.

Ele não esperava

A avaliação de aliados é que a vitória de 2018 surpreendeu o próprio Witzel, que na reta final deixou o favorito Eduardo Paes para trás.

Buraco mais embaixo

A vitória para governador, apesar de praticamente desconhecido, deu a Witzel a sensação de que conquistaria o Planalto sem dificuldades.

Líder do eu sozinho

Witzel rompeu com Bolsonaro convencido de que a melhor estratégia de conquistar a presidência seria liderando a oposição. Deu errado.

Rússia é necessária

A viagem de Bolsonaro à Rússia foi defendida por ninguém menos que Aldo Rebelo, ex-ministro do governo petista. O Brasil precisa reafirmar a independência da sua política externa, ampliar exportações e garantir o fornecimento do potássio, insumo essencial ao nosso agronegócio.

Seis anos perdidos

Só há pouco o Senado devolveu à Câmara, modificado, projeto de 2016, da deputada Flavia Morais (PDT-GO), prevendo que medidas protetivas de urgência constem nos sistemas das Polícias Civil e Militar.

400 milhões

O vacinabrasil.org, plataforma de monitoramento da campanha de imunização contra a covid no Brasil, já registra quase 400 milhões de doses de vacinas disponibilizadas pelo governo aos Estados.

Chove no molhado

Projeto do deputado Célio Studart (PV-CE) pretende punir o motorista que parar o carro na pista de rolamento ou acostamento, em razão de briga no trânsito. Com ou sem briga, isso já é infração de trânsito.

Alçando voo

O ministro Fábio Faria (Comunicações) comemorou a alta de 10,9% no setor de serviços em 2021, em especial a aceleração de 1,4% em dezembro. “Maior taxa para um fechamento de ano desde 2012”, disse.

Custo Brasil

A retomada mais forte da economia ainda esbarra na dificuldade para empreender no país. Levantamento da Serasa Experian identificou alta de 20,6% na demanda das empresas por crédito, mas elas esbarram na alta burocracia que trava o investimento e o crescimento econômico.

Esse é o negócio

O governo dos EUA já comprou 600 mil doses de uma nova droga para combater a covid-19; um anticorpo monoclonal da gigante farmacêutica Eli Lilly. O problema é que o remédio ainda nem está pronto.

Jogo de interesses

Ganhou as manchetes nota de um analista da BCA Research, firma canadense de aconselhamento financeiro, que melhorou a avaliação do Brasil ante a “crescente probabilidade” da vitória de Lula. A BCA é parte de bilionário grupo inglês de comunicação DMGT, dono do Daily Mail.

Pensando bem…

…os “especialistas” em guerra nem sabem que a invasão de um país somente ocorre de surpresa.

PODER SEM PUDOR

Raiva faz perder a razão

O governador do Maranhão, Nunes Freire, tinha ódio de José Sarney, por isso, ao receber um telefonema do general Golbery do Couto e Silva, certa vez, foi logo avisando: “Se é para tentar conquistar o meu apoio ao nome de Sarney para governador, não quero nem falar…” Golbery ficou chateado e se queixou a Armando Falcão, ministro da Justiça, que ligou para Freire: “Você foi indelicado. E se não era sobre Sarney que ele queria falar?” “Eu sei que era isso”, respondeu. “Como sei que você só está me ligando para falar sobre Sarney. E nele nem Deus me fala, Falcão. Nem Deus!” Mais que governador, Sarney chegaria à presidência da República, anos depois.

(Com colaboração de André Brito e Tiago Vasconcelos)

 

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Denise Goulart de Munhós
14 de fevereiro de 2022 18:27

Com certeza vai ter CPI nos EUA para investigar porque o governo comprou um medicamento que nem pronto está!!!kkkk Aqui no Brasil no auge do clamor por compra e elaboração de vacinas houve CPI por tratativas da compra da covaxin, que no final nem havia sido comprada pelo governo.

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