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Rio Grande do Sul Justiça gaúcha autoriza um homem e duas mulheres em uma relação conjugal

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Justiça autorizou que conste os nomes dos três no registro de nascimento de criança

Foto: Divulgação
Justiça autorizou que conste os nomes dos três no registro de nascimento de criança. (Foto: Divulgação)

O juiz da 2ª Vara de Família e Sucessões de Novo Hamburgo, no Vale do Sinos, Gustavo Borsa Antonello, reconheceu a união estável poliafetiva de um homem e duas mulheres entendendo que, mesmo não sendo uma família composta nos modelos tradicionais, “não deve ficar à mercê da proteção do Estado”. Uma das mulheres está grávida e foi concedido que conste o nome dos três no registro de nascimento da criança.

“O que se reconhece aqui é uma única união amorosa entre três pessoas, um homem e duas mulheres, revestidas de publicidade, continuidade, afetividade e com o objetivo de constituir uma família e de se buscar a felicidade”, afirmou o magistrado.

Na ação, a família poliafetiva narrou que buscava a declaração judicial de união estável desde 2013. A sentença, proferida no fim do mês passado, considerou que a relação afetiva dos três autores é permeada pela afetividade, contínua e duradoura, sendo notoriamente reconhecida por amigos e familiares, incluindo postagens em redes sociais. Para garantir a tutela de união estável, dois autores que eram casados requereram a dissolução do casamento, por meio de divórcio, para imediato reconhecimento, por sentença, da relação poliamorosa entre os três envolvidos.

Ao proferir a decisão, o juiz determinou que fica reconhecida a união poliafetiva, a contar de 1º de outubro de 2013, entre os autores do processo. Após transitada em julgado a decisão, será expedido mandado ao Registro Civil de Pessoas Naturais para a averbação da sentença de divórcio e também do reconhecimento da união poliamorosa. Foi determinado, após nascimento do filho, que no registro deverá constar o nome das duas mães e do pai, além dos ascendentes, valendo como documento hábil ao exercício de direito.

No texto da decisão, o juiz Gustavo Borsa Antonello cita além de diversas decisões judiciais sobre os modelos de família, a música de LuLu Santos Tempos Modernos, a partir da estrofe “Eu quero crer no amor numa boa e que isso valha pra qualquer pessoa…”.

“Inequívoco que a afetividade permeia a relação jurídica constituída entre os autores, como também pode ser percebido nos relatos em juízo dos três requerentes, chamando a atenção a serenidade, a emoção e o entusiasmo ao se referirem à gestação e à chegada do filho”, afirmou o magistrado. O processo tramita em segredo de Justiça.

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Doris Monroe
2 de setembro de 2023 19:48

O problema não é a questão moral. As leis terão que serem todas modificadas, haverá a questão dos filhos, a partilha de bens entre outras a dissolução da sociedade poli- conjugal…

José Guilherme Py
2 de setembro de 2023 10:36

São os novos tempos!
Se é permitida a união de pessoas do mesmo sexo não vejo motivo nenhum em não permitir a união poliafetiva!

Adroaldo Mousquer
2 de setembro de 2023 11:46

Eu sou antigo mesmo. Na minha época chamava-se suruba ou bacanal.

Lauro Patzer
2 de setembro de 2023 11:53

E a CNBB não vai se pronunciar?

Valmiir Endruwit
2 de setembro de 2023 12:36

Estão indo para um momento muito bom nesse país, o judiciário não sabe mais o que julga e suas consequências, porque não liberam de uma vesz a putaria , vamos formar Haréns tanto de uma mulher com vários homens como um homem com várias mulheres, assim as crianças vão ficar ainda mais perdidas, homem com homem, mulher com mulher, agora duas mulheres com um homem e tudo trepando na mesma cama. Juridicamente fica difícil para o INSS julgar quem tem direito ao benefício em caso de falecimento, divião de bens, custódia dos filhos etc…

Cezar Roldão Schuaste
2 de setembro de 2023 14:44

Gostei, um homem e suas esposas e sem preconceito das feministas.

Paulo Jesus Corrêa
2 de setembro de 2023 14:44

E, assim caminha a Humanidade!

Miltch Mitch
2 de setembro de 2023 17:33

kkkkkkk só agora foram reconhecer?

Doris Monroe
2 de setembro de 2023 19:17

Tudo bem! Cada um vive como quiser…mas como fica se no Código Cível consta bigamia como crime ???

Artur Borba
2 de setembro de 2023 19:18

É dixxto que o véio goxxxta

Doris Monroe
2 de setembro de 2023 19:44

E se aparecer um homem com 5 mulheres ou uma mulher com 4 homens…como fará o juiz com relação á herança e sucessão, direitos de família etc e tal! terá que mudar todas as leis…

Felix Etchegaray
2 de setembro de 2023 22:06

Menáge a trois…

Getulio Dos Santos Dias
2 de setembro de 2023 23:52

Situação contraditória. E a lei maior como é que fica?

Doris Monroe
3 de setembro de 2023 13:33

Kkkkkkkkk…..lasqueira !

Fisco Paes
3 de setembro de 2023 13:26

EITA,DUAS SEPARAÇÕES.DUAS PENSÕES….EITA LASCO!!!!!!

Denise Goulart de Munhós
3 de setembro de 2023 19:41

Trisal é o termo moderno e politicamente correto para suruba.

Denise Goulart de Munhós
3 de setembro de 2023 19:45

Estão usando a criança que irá nascer para justicar uma anomalia quando na verdade o objetivo é exibicionismo e “causar impacto ” como diz a letra da música Infinita High Way dos Engenheiros do Hawai.

Denise Goulart de Munhós
3 de setembro de 2023 19:48

Essa anomalia não deveria ter sido permitida pelo magistrado porque se o objetivo é a proteção à criança que irá nascer, nada impede que um homem casado reconheça como descendente e registre uma criança nascida fora do matrimônio.

Denise Goulart de Munhós
3 de setembro de 2023 19:49

Onde estão as feministas???Irão aplaudir, concordar e apoiar a bigamia para o gênero masculino???

Denise Goulart de Munhós
3 de setembro de 2023 20:02

Provavelmente a ” primeira esposa ” não tem condições físicas de gerar prole então o casal recorreu a outra mulher para conseguir um filho e a gestante deve ter decidido que não abrirá mão da criança.

Artur Borba
4 de setembro de 2023 13:13

Que este fato se torne lei neste país.

Davi Kerber
4 de setembro de 2023 16:12

Afff…grande coisa…relação poligâmica…teve um cara no Brasil que FUDEU milhoes de brasileiros e a justiça ficou quietinha….

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