Sexta-feira, 05 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 5 de junho de 2026
Armada, Zambelli perseguiu apoiador de Lula após discussão
Foto: ReproduçãoO juiz José Fernando Steinberg, do Tribunal de Justiça de São Paulo, determinou a prisão, em regime aberto, do jornalista Luan Araújo, que em 29 de outubro de 2022, na véspera das eleições presidenciais, foi perseguido pela então deputada federal Carla Zambelli (PL).
A medida foi determinada devido ao não pagamento de uma indenização por difamação a qual Araújo foi condenado. Ele foi considerado culpado por difamar Zambelli ao ter publicado, após a perseguição, um texto com críticas à ex-deputada.
No texto, Araújo afirmou, por exemplo, que Zambelli integrava uma “seita de doentes de extrema direita que a segue incondicionalmente e segue cometendo atrocidades”. Tal seita seria composta por “mercadores da morte”, escreveu o jornalista.
Processado pela então parlamentar, Araújo foi absolvido do crime de injúria, mas acabou condenado ao pagamento de indenização por difamação. Em valores atuais, acrescido de multas e custas processuais, o valor não pago é de pouco mais de R$ 2,2 mil.
“Com efeito, tendo em vista que o condenado, apesar de devidamente intimado, não cumpriu a prestação pecuniária imposta, nos termos do artigo 44, parágrafo 4º, do Código Penal, converto a pena restritiva de direitos em pena privativa de liberdade, nos moldes da sentença prolatada”, escreveu o magistrado responsável pelo caso, em decisão publicada nesta semana.
A defesa do jornalista alega ele não tem capacidade econômica para pagar a indenização e apresentou um pedido de habeas corpus.
Entenda
Na véspera do segundo turno das eleições presidenciais de 2022, Zambelli e Araújo, que é apoiador do presidente Lula, se envolveram em um bate-boca que culminou com a então deputada sacando uma arma e perseguindo o jornalista na rua e, posteriormente, dentro de uma lanchonete na capital paulista. A ação foi filmada por pessoas que estavam na região.
Em agosto do ano passado, o STF (Supremo Tribunal Federal) condenou Zambelli a 5 anos e 3 meses de prisão em razão do episódio. Ela foi considerada culpada pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo.
Zambelli, contudo, já havia ido em julho para a Itália, a fim de evitar sua prisão devido a uma condenação anterior, de 10 anos de prisão, a qual foi sentenciada por ser a mentora de uma invasão ao sistema eletrônico do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
O Brasil pediu a extradição de Zambelli, que chegou a ser concedida pelas primeiras instâncias da Justiça italiana, mas acabou sendo cassada em maio pela Corte de Apelação de Roma.
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Enquanto isso a cri.inosa da Carla Zambelli está solta!
Pois então, decisão judicial se cumpre, cadeia nele. Se não tem dinheiro para pagar faça uma vaquinha on line junto aos colegas petistas, vai arrecadar muito mais q isso…ou os petistas não vão se ajudar?
Lulismo e Bolsonarismo são seitas perigosas que só foderam o país, tanto os presidentes quan to seus filhos marginais e quem ainda segue e apoia esses bandidos é CÚMPLICE não é mais vítima e um bom psiquiatra talvez ajudaria esses infelizes , analfaburros funcionais.
Nisso vc não está errado não amigo.
O Sujeito só escreveu a verdade. não houve dano moral algum. o que o jornalista escreveu foi um FATO e diante de FATOS e opuniões NÃO HÁ CRIME!!!!!A Deputada age como doente, tinha que se tratar, mentirosa e perigosa, falsificadora e lambe botas de políticos corruptos e covardes .
É hilário ver os 🐀🐀🐀🐀🐀 defender uma meliante
A questão não é defender meliantes, mas defender quem lhes convém mesmo que esteja errado.
A delação chegou e desta vez o nome de Flávio Bolsonaro está dentro. Não como menção lateral, não como referência periférica. dentro, com mensagens, com valores, com o rasto documentado de um esquema que envolveu dezenas de milhões de de reais entre um banqueiro preso e o filho mais velho do antigo presidente da República.
Coisas ruins acontecem quando certos profissionais, no lugar de agir de acordo com a ética e o decoro do quadro a que integram, resolvem atuar de maneira parcial e tendenciosa em prol de sua ideologia, tal como jornalistas, juízes, militares, etc. Deixar o profissionalismo de lado para ser ideologicamente parcial é, a meu ver, um erro grave pelo qual quem paga é sempre a sociedade.
Aguardando a jumentolândia lulopetista relinchar a favor do cumpanhero…
Eles preferem desconversar como você notou…
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Na hora de provocar a mulher, não pensou nas consequências
Agora ela pode sair de arma em punho no meio do público, sendo q nem autorização para usar arma tinha.