Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 10 de dezembro de 2024
Nego Di estava preso desde julho deste ano, investigado por estelionato.
Foto: ReproduçãoA 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, nesta terça-feira (10), manter a decisão que garantiu a liberdade provisória de Dilson Alves da Silva Neto, conhecido como Nego Di. O influenciador e humorista responde por acusações de estelionato e lavagem de dinheiro.
A decisão, tomada de forma unânime, confirmou a liminar do ministro Reynaldo Soares da Fonseca, que havia concedido a soltura do réu anteriormente. Nego Di estava preso desde julho deste ano, investigado por estelionato. Ele é acusado de enganar mais de 300 pessoas que compraram produtos pela loja virtual “Tadizuera”, administrada por ele. Segundo a polícia, as vítimas tiveram prejuízo estimado em mais de R$ 5 milhões.
No início de dezembro, a Justiça do Rio Grande do Sul advertiu o humorista após ele aparecer em um post na rede social de sua então advogada, Tatiana Borsa, momentos após deixar a prisão. A advogada foi demitida por Nego Di. Na ocasião, a profissional publicou uma foto fazendo um brinde em comemoração com o humorista.
Nas redes, Nego Di dizia ter sido contratado por Anderson Bonetti para apenas divulgar os produtos, mas em outro vídeo dizia ser o dono e garantia a entrega do produto aos clientes. Uma das vítimas do golpe, que teve um prejuízo de R$ 30 mil, ao comprar dois celulares e alguns ar-condicionado, contou sobre o modus operandi de Nego Di.
Segundo ela, o suspeito vendeu, em 2022, aparelhos celulares com valores bem abaixo do mercado e fez a entrega, para dar veracidade ao golpe. Logo após, ele anunciou que criaria uma loja virtual, vendendo produtos em preço baixo para que todos pudessem ter acesso.
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Esse csra deveriaficar trancafiado pelo resto da vida.