Sexta-feira, 22 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 19 de setembro de 2015
A polícia de São Paulo estima que os laudos periciais que ajudarão a elucidar as circunstâncias da queda do menino Gustavo Storto, 5 anos, do 26 andar de um prédio em Taboão da Serra (SP) deverão levar 20 dias para ficar prontos. Os investigadores querem saber como a criança conseguiu carregar as cadeiras que usou para chegar à janela.
Nessa sexta-feira, o delegado que investiga o caso, Gilson Campinas, do 1 Distrito Policial de Taboão da Serra, ouviu mais testemunhas que possam contribuir com as investigações. Um dos que depuseram foi Giovanni Storto, pai de Gustavo. Ele afirmou crer que a queda do filho foi acidente e revelou que o menino era agitado.
Na quinta-feira, a polícia divulgou imagens do circuito interno do edifício que mostram que a mãe da criança, a farmacêutica Juliana Souza Storto, 33 anos, se ausentou de casa por uma hora e seis minutos na noite de quarta-feira. Segundo disse aos agentes, ela deixou a criança dormindo para buscar o namorado no Morumbi.
Quando voltou, viu que as luzes da casa estavam acesas e que havia duas cadeiras empilhadas no banheiro. A janela do sanitário é a única na residência que não tem tela. O menino caiu 10 minutos antes do retorno do casal. Juliana poderá responder por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, por negligência, pois deixou Gustavo sozinho. (AG)
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