Sábado, 03 de outubro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
12°
Fair

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Líder da oposição no Senado faz campanha contra Jorge Messias, indicado por Lula para ministro do Supremo

Compartilhe esta notícia:

Senador Rogério Marinho (PL-RN) afirma que o governo fez "gasto eleitoreiro" com peças publicitárias sobre o fim da escala 6x1. (Foto: Reprodução)

O líder da oposição no Senado Federal, Rogério Marinho (PL-RN), posicionou-se contra a aprovação do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Por meio de nota divulgada nessa sexta-feira (10), Marinho – que também coordena a campanha do senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) – pediu para que os senadores rejeitem o escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para ocupar a cadeira deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025.

A condução de Messias ao Supremo depende da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, que prevê a sabatina dele no próximo dia 29. Após essa etapa, o nome ainda precisa ser aprovado pelo plenário da Casa, em votação secreta, conforme o rito previsto para indicações ao STF. Rogério Marinho também defendeu que os parlamentares rejeitem a indicação como forma de sinalização política diante do cenário institucional.

Além disso, o senador defendeu que os parlamentares da Casa derrubem o veto ao projeto de lei da dosimetria, que trata da redução das penas dos condenados pelos atos antidemocráticos de Atos de 8 de janeiro de 2023. A proposta tem gerado debate entre diferentes correntes políticas no Congresso Nacional, especialmente quanto aos critérios de aplicação das penas e à proporcionalidade das condenações.

A matéria entrou na pauta do dia seguinte à sessão com Messias, indicando uma articulação para que os dois temas sejam analisados em sequência pelo Senado. “Rejeitar a indicação ao Supremo e derrubar o veto à dosimetria não são gestos políticos ordinários, são afirmações inequívocas de compromisso com a normalidade democrática, com a justiça e com a liberdade”, argumentou o senador.

Na mesma nota, Marinho afirmou que a decisão dos senadores terá impacto relevante no equilíbrio entre os Poderes e na percepção pública sobre a atuação do Congresso. Segundo ele, a análise da indicação deve considerar não apenas aspectos técnicos, mas também o contexto político e institucional do país. A manifestação ocorre em meio a discussões mais amplas sobre o papel do STF e a relação entre Executivo e Legislativo. (Com informações do portal de notícias R7)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

1 Comentário
mais recentes
mais antigos Mais votado
Evandro Carlos
11 de abril de 2026 00:49

O impacto é profundo. Ou seja, indicar políticos para defender causas ideológicas dentro STF incorre se no que estamos vendo. STF dita regras ao congresso nacional sobre o que aprovar ou não, tem poder direito abre PGR e MP, sobre governo federal, etc. Simplesmente tomou conta do país, como se outros poderes fossem Inúteis. Inclusive, OAB, juristas, até a mídia vive sob o comando do STF. Lamentável.

Delação premiada de Vorcaro vai sair do papel? Entenda as exigências da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República para fechar o acordo
Banco Master pagou R$ 400 milhões a empresa que deu carona ao ministro Gilmar Mendes
Pode te interessar
1
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x