Quarta-feira, 20 de maio de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Mundo Um livro que fala mal do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vendeu mais de 1 milhão de cópias em uma semana

Compartilhe esta notícia:

O novo livro de Bob Woodward retrata o “caos” nos bastidores da Casa Branca na era Trump. (Foto: Reprodução)

O livro do jornalista americano Bob Woodward, que fala mal do governo de Donald Trump, “Fear” (Medo), vendeu mais de 1,1 milhão de exemplares na sua primeira semana nas livrarias, o melhor início de vendas já registrado pela editora Simon & Schuster. A cifra inclui as vendas de livros impressos, audiolivros e livros digitais, informou a editora, filial do grupo de mídia CBS.

Somente no dia 11 de setembro, quando foi lançado o livro que conta o “caos” reinante na Casa Branca na era Trump, “Fear” vendeu 900 mil exemplares. Woodward, o jornalista do The Washington Post que, junto com Carl Bernstein, ajudou a revelar o escândalo Watergate que derrubou o presidente Richard Nixon em 1974, teve um sucesso maior do que o livro “Fire and Fury”, de Michael Wolff, também sobre o governo Trump. A editora anunciou que já providenciou a décima impressão do livro, o que elevará a quantidade de cópias impressas a 1,2 milhão.

Assédio

Brett Kavanaugh, o indicado por Trump para a vaga em aberto na Suprema Corte dos EUA, e Christine Blasey Ford, que o acusou de assédio sexual quando os dois estavam no ensino médio, afirmaram na segunda-feira (17) que estão dispostos a prestar depoimento no Senado, que avalia a nomeação do juiz, para esclarecer o caso. As informações são da agência de notícias Efe.

A advogada de Christine, Debra Katz, afirmou em entrevista à emissora NBC que sua cliente está disposta a fazer o que for necessário para levar a denúncia adiante, o que inclui testemunhar sob juramento no Senado.

Já Kavanaugh divulgou um comunicado no qual afirmou que a acusação é “completamente falsa”. “Nunca fiz nada como o que foi descrito pela acusadora, nem a ela e nem a ninguém”, apontou o juiz, que também disse estar disposto a depor no Senado para defender a sua “integridade”.

Kellyanne Conway, uma das principais assessoras de Trump, disse à FoxNews que Christine deve ser ouvida. “Ela não deveria ser insultada e nem ignorada”, declarou. Chuck Grassley, chefe do Comitê do Senado que avalia a indicação de Kavanaugh, explicou em comunicado que “qualquer pessoa que tenha uma história como a de Ford merece ser ouvida”.

O senador republicano informou que está trabalhando “para escutá-la de uma forma apropriada” e afirmou que o procedimento “padrão” estabelece que sejam realizadas antes ligações telefônicas para o acusado e a denunciante.

No entanto, Grassley não se pronunciou sobre os pedidos de adiamento da votação no Comitê de Justiça para recomendar a indicação de Kavanaugh, marcada inicialmente para quinta-feira. As solicitações foram feitas por todos os democratas e os três republicanos que fazem parte do comitê.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Mundo

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Michel Temer busca FHC como última cartada para ter apoio do PSDB
Cinco linhas de lotação serão deslocadas do viaduto Dom Pedro I
Pode te interessar