Sexta-feira, 02 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 25 de fevereiro de 2025
O novo ministro tem 53 anos, foi eleito deputado federal pelo PT em São Paulo e é médico.
Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilO presidente Luiz Inácio Lula da Silva demitiu na tarde desta terça-feira (25), a ministra da Saúde, Nísia Trindade, deflagrando a reforma no primeiro escalão do governo. No lugar de Nísia entrará o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha.
Com o deslocamento de Padilha, que cuidava da articulação política do governo, Lula abre espaço para uma nova troca justamente na área que trata da relação com o Congresso. Padilha foi alvo de ataques de parte de deputados e chegou a ter embates com o ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL).
Na manhã desta terça, Nísia assinou os últimos atos como ministra numa solenidade no Planalto com a presença de Lula. Ela assinou portarias referentes à produção de vacinas em cerimônia marcada por constrangimento. Nísia fez um longo discurso, em tom de despedida, e cumprimentou vários integrantes de sua equipe.
No fim da solenidade, realizada no Salão Leste do Palácio do Planalto, um repórter perguntou: “Presidente, o senhor vai fazer mudanças no Ministério?.” Lula se surpreendeu com o questionamento, houve silêncio no Salão Leste, mas ele não respondeu.
No cargo desde o início do governo, Nísia vinha enfrentando pressões para imprimir um viés mais político à pasta e concretizar entregas consideradas prioritárias por Lula.
Lula se reuniu com Nísia nesta tarde e depois se encontrou com Padilha. Lula já demonstrou incômodo com o andamento do programa Mais Acesso a Especialistas na gestão Nísia. A iniciativa foi lançada para ampliar a oferta de consultas e exames especializados no SUS.
No Planalto, há o entendimento de que o programa poderia se tornar uma marca do terceiro mandato de Lula, que enfrenta atualmente uma queda na popularidade.
Desde o início do ano, as cobranças se intensificaram em diversas reuniões fechadas entre a ministra e o presidente, no Palácio do Planalto.
O entorno de Nísia chegou a reclamar do “abandono” das mulheres do governo e do PT na defesa de sua permanência à frente da pasta. Primeira mulher a chefiar o Ministério da Saúde, Nísia foi anunciada por Lula ainda na transição de governo, em dezembro de 2022. Anteriormente, ela havia presidido a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Na instituição, Nísia coordenou as ações de enfrentamento à pandemia de Covid-19 no Brasil, além de criar o “Observatório Covid-19”, uma iniciativa com o objetivo de monitorar e divulgar informações e notícias sobre a pandemia e seus impactos no País.
O novo ministro tem 53 anos, foi eleito deputado federal pelo PT em São Paulo e é médico. Ele já foi ministro da Saúde na gestão de Dilma Rousseff. Com informações dos portais de notícias CNN Brasil e Estadão Conteúdo.
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Não p..eida, kreusa Almeida
Cumpanhera Nísia foi fritada em pouca banha pelo serpentário lulopetista…
Sai a incompetente, entra um ladrão..
E conforme últimas pesquisas o Ladrão está derretendo. O pior é q acha q a culpa é sempre dos outros, não enxerga que nem os jumentos acreditam mais em suas mentiras. Renunciar já seria uma atitude digna, mas é muita dignidade para um Ladrão ex-presidiário e corrupto.
Estes Vermes ….caem pra cima…
Mais uma tentativa, desastrada, de melhorar a imagem do ladrão…
Estão tentando passar batom no Porco…
Pre requisito para integrar o governo: ….BANDIDO LADRÃO, SONEGADOR, CORRUPTO, ASSEDIADOR…ETC..ETC..
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