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Política Lula determinou que ministros cumpram a meta fiscal, diz Alexandre Padilha

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"Quando a gente assumiu o governo, havia uma verdadeira bomba fiscal para explodir no Brasil", afirmou Padilha

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
"Quando a gente assumiu o governo, havia uma verdadeira bomba fiscal para explodir no Brasil", afirmou Padilha. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse nesta quarta-feira (31) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou que todos os ministros cumpram as regras do chamado arcabouço fiscal.

“Essa regra fiscal está valendo. O presidente Lula vai cumprir essa regra e determinou a todos os ministros: ‘Tem que cumprir’”, afirmou.

“Quando a gente assumiu o governo, havia uma verdadeira bomba fiscal para explodir no Brasil, que tinha sido provocada pelo governo anterior. Infelizmente, o governo anterior resolveu fazer uma operação boca de urna antes das eleições, gastando recursos acima do que o Brasil podia, inclusive, reduzindo a receita dos Estados e municípios”, prosseguiu Padilha.

“Quando a gente aprovou o arcabouço fiscal no ano passado, isso fez com que o Brasil passasse a ser o segundo país do mundo que mais atraiu investimentos externos. Só para ter uma ideia: os fundos investiram mais de US$ 3,4 bilhões nas empresas brasileiras, o maior investimento desde 2014, ou seja, quase dez anos depois. Por sentirem segurança nesse rumo da economia”, concluiu o ministro.

O governo federal oficializou, na noite de terça-feira (30), o congelamento de R$ 15 bilhões em gastos públicos. O decreto com o detalhamento foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União. A proposta é manter a meta de déficit zero este ano, como prevê o arcabouço fiscal.

Entre os ministérios, o da Saúde foi o mais afetado, com R$ 4,4 bilhões contingenciados; seguido pelas pastas das Cidades, com R$ 2,1 bilhões; dos Transportes, com R$ 1,5 bilhão; e da Educação, com R$ 1,2 bilhão.

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Mario Santana de Almeida
31 de julho de 2024 16:03

Tá meio tarde pra essa medida. 18 meses de fiasco fiscal. 1 trilhão de aumento da dívida pública e isso que estamos sem pandemia. Lula, cadê o dinheirinho pra reconstruir nosso querido RS?

Fernando Krause
31 de julho de 2024 16:44

O mitômano mente para a própria sombra e, se facilitar, mente até para o capeta, o pai da mentira…

Victor Saib
31 de julho de 2024 18:06

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