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Notícias Lula diz a ministros que o governo não pode aceitar a ideia de que a economia não vai crescer

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Presidente cobrou ministros que façam bom uso dos recursos e que promovam geração de empregos. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira, em reunião ministerial com parte dos integrantes da Esplanada e da equipe econômica, que seu governo “não pode aceitar a ideia de que o PIB não vai crescer”. Lula cobrou que seus ministros “não chorem o dinheiro que falta no Orçamento”, mas, façam bom uso dos recursos que têm. Na avaliação dele, o PIB irá crescer se o governo conseguir gerar emprego com “pequenas coisas”.

Neste sentido, Lula elogiou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, por ser “criativo” e disse que ele e a ministra do Planejamento, Simone Tebet, irão “arrumar” recursos para os investimentos necessários ao país.

“Não podemos ficar chorando o dinheiro que falta, temos que utilizar bem o dinheiro que a gente tem. E é por isso que o Haddad é ministro da Fazenda, ele é criativo. Se a gente não tiver dinheiro, a gente vai atrás dele e ele vai ter que arrumar. Ele e a Simone vão arrumar o dinheiro que nós precisamos para fazer os investimentos que precisamos nesse país”, disse.

Emprego

O chefe do Executivo complementou afirmando que o governo não pode aceitar a “ideia de que o PIB não vai crescer porque alguém diz que o PIB não vai crescer. Nós vamos dizer que o PIB vai crescer porque vamos fazer ele crescer, vai crescer porque vamos gerar emprego e vamos gerar emprego com as pequenas coisas”.

“Não dá para a gente achar que o gostoso nesse País é guardar dinheiro. Dinheiro bom é transformado em obras, em melhoria da qualidade de vida do povo e, sobretudo, em emprego”, argumentou.

PAC

Lula também se disse entusiasmado para ouvir as propostas de ministros para a retomada de obras públicas e lembrou do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), política pública de 2007. Neste sentido, o presidente cobrou o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta, a bolar um “novo nome” para o programa.

“Eu estou muito orgulhoso com o que vocês conseguiram produzir. Tenho certeza que vocês vão me surpreender com as propostas que vão fazer hoje. Precisamos criar um novo nome para o PAC. Ele foi muito importante, mas precisamos inovar”, disse. “O PAC foi uma coisa extraordináriaa. O sucesso do PAC é porque começamos ouvindo governadores, milhares de prefeitos e aí construímos um arcabouço de propostas. lamentavelmente descobri agora que temos 14 mil obras paralisadas em todas as áreas”, complementou.

Por fim, Lula disse que sua cobrança junto aos ministros se deve em razão da intenção de viajar o país para inaugurar novos equipamentos públicos. “Vou fazer uma viagem para a China e quando voltar quero viajar o brasil inaugurar escolas, estradas, creches, escolas técnicas, universidades. Temos que colocar esse país para funcionar”, afirmou.

Próxima reunião

Lula disse que pretende fazer outra reunião para cobrar o papel dos bancos públicos na alavancagem de investimentos. Para o presidente, esses bancos não podem “ser proibidos de emprestar dinheiro”.

“Eu quero saber o papel dos bancos públicos para alavancar os investimentos nesse país, para pequenos e médios empreendedores, cooperativas, grandes empresários, para Estados com capacidade de endividamento. Não pode ser proibido emprestar dinheiro para você construir um ativo que vai aumentar o patrimônio desse país e melhorar a vida do povo”, defendeu.

Participam da reunião ministros como Rui Costa (Casa Civil), Fernando Haddad (Fazenda), Renan Filho (Transportes), Márcio França (Portos e Aeroportos), Alexandre Silveira (Minas e Energia), Juscelino Filho (Comunicações) e Jader Filho (Cidades). Além disso, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, também está presenta na reunião. Apesar disso, o nome dela não constava na agenda divulgada previamente pelo Palácio do Planalto.

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Jairo Vivian
12 de março de 2023 13:22

Com toda grana antecipada se não crescer o PIB….. GUEDES fez crescer em plena pandemia

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