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Flavio Pereira Lula e o consórcio de imprensa mentem quando atribuem a Bolsonaro Decreto do Sigilo assinado por Dilma Rousseff em 2012.

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Uma mentira repetida por Lula e pela imprensa omite que Dilma Rousseff foi quem assinou o decreto do sigilo em 2012. (Foto: Reprodução de vídeo)

Ao contrário do que afirmam repetidamente o ex-presidiário Lula e as redações do consórcio da mídia alinhados com seu projeto de voltar à cena do crime (nas palavras do seu vice, Geraldo Alckmin), não foi o presidente Jair Bolsonaro quem editou o chamado Decreto do Sigilo. A mentira fica evidente, diante de uma simples pesquisa nos atos da ex-presidente Dilma Rousseff. O fato é que o decreto foi assinado pela ex-presidente Dilma, e entrou em vigor no dia 16 de maio de 2012, revogando integralmente a Lei n° 11.111, de 5 de maio de 2005 e alguns dispositivos da Lei n° 8.159, de 8 de janeiro de 1991, que regulamentavam a matéria até então. O que Jair Bolsonaro tem feito, dentro da competência constitucional, é utilizar o decreto assinado por Dilma Rousseff, de acordo com o interesse e conveniência do governo.

Agora, é o Cade que investiga “cartel de pesquisas eleitorais” do Datafolha, Ipec e Ipespe

Os erros escandalosos de alguns institutos de pesquisa no primeiro turno, associados a veículos do famoso consórcio de imprensa, ganham agora uma investigação do Cade, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica. Seu presidente, Alexandre Cordeiro, determinou que o órgão investigue a responsabilidade de institutos de pesquisas por infração à ordem econômica. Datafolha, Ipec e Ipespe têm recebido críticas em todo o país pelos erros grosseiros cometidos, que dão a impressão de tentativas de induzir os eleitores.

O que diz o presidente do Cade, Alexandre Cordeiro em seu despacho:

“Chamou a atenção deste Conselho a grande diferença apresentada entre as pesquisas e o resultado das eleições publicado pelo Tribunal Superior Eleitoral. A discrepância das pesquisas e do resultado é tão grande que verificam-se indícios de que os erros não sejam casuísticos e sim intencionais por meio de uma ação orquestradas dos institutos de pesquisa na forma de cartel para manipular em conjunto o mercado e, em última instância, as eleições”.

Bolsonaro empatado com Lula

O presidente Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT) estão tecnicamente empatados na corrida ao segundo turno das eleições 2022. É o que aponta o novo levantamento do Paraná Pesquisas divulgada nesta quinta-feira, 13. Segundo a pesquisa, mais próxima do que se vê nas ruas, o petista tem 51,9% dos votos válidos – que excluem brancos e nulos – contra 48,1% do atual mandatário do país, o que leva ao empate técnico pela margem de erro, que é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos em um intervalo de confiança de 95%

Onyx mantém a liderança no RS

No Rio Grande do Sul, duas pesquisas recentes colocam Onyx Lorenzoni na ponta, embora dentro da margem do empate técnico. O levantamento do Paraná Pesquisas realizado entre os dias 4 e 6 de outubro, aponta Onyx Lorenzoni (PL) na ponta, com 47,2% e Eduardo Leite (PL) com 42,3%. Na pesquisa estimulada, computando votos válidos, Onyx tem 52,7% e Eduardo Leite 47,3%. Outra pesquisa, da TV Record/RealTime Big Data sobre a disputa pelo governo do Rio Grande do Sul, divulgada nesta quinta-feira (13), mostra o ex-ministro Onyx Lorenzoni (PL) com 51% dos votos válidos, e o ex-governador Eduardo Leite (PSDB), com 49%.

Estratégia arriscada do ex-governador

O ex-governador Eduardo Leite, que rejeita o apoio a Jair Bolsonaro, anunciou que ficará em cima do muro. Porém, ao acenar para a esquerda, recebeu de imediato, apoio de líderes do PT, PCdoB, PDT e PSOL. A estratégia de conquistar os votos do eleitor da esquerda poderá fazer com que a candidatura de Eduardo Leite comece a desidratar no tocante aos votos dos eleitores de direita, como é o caso do PP, do MDB e do próprio PSDB. No MDB, o deputado federal reeleito Osmar Terra defende abertamente o voto em Onyx Lorenzoni para governador e Jair Bolsonaro para presidente.

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