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Política Entram em vigor leis mais duras de proteção às mulheres no Brasil

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O presidente Luiz Inácio Lula das Silva sancionou nessa quinta-feira (9) um pacote de leis de combate à violência contra mulher. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

O presidente Luiz Inácio Lula das Silva sancionou na quinta-feira (9) um pacote de leis de combate à violência contra mulher. Entre as propostas sancionadas estão o uso de tornozeleira eletrônica para agressores em caso de violência doméstica e o PL (projeto de lei) que estabelece um novo tipo penal.

Aprovado pelo Senado Federal no último mês, o Projeto de Lei (PL) 3880/2024 sancionado pelo presidente inclui a violência contra filhos, enteados e parentes com objetivo de atingir psicologicamente a mulher na Lei Maria da Penha.

O “vicaricídio”, como foi denominado o homicídio, será considerado um crime hediondo, com pena prevista de 20 a 40 anos de reclusão. Ele consiste em “matar descendente, ascendente, dependente, enteado ou pessoa sob guarda ou responsabilidade direta da mulher, com o fim específico de causar-lhe sofrimento, punição ou controle, no contexto de violência doméstica e familiar”.

A pena poderá aumentar em um terço se o crime for praticado na presença da mulher, contra criança ou adolescente, pessoa idosa ou com deficiência, ou em descumprimento de medida protetiva de urgência.

Outra proposta sancionada exige que homens que cometem violência doméstica contra mulheres ou crianças usem tornozeleira eletrônica de imediato. O PL 2942/2024 determina a colocação imediata da tornozeleira, autoriza a aplicação da medida por delegados em cidades sem juiz e amplia os recursos públicos direcionados à compra de equipamentos para monitorar com urgência os agressores.

O juiz, após ser comunicado, terá 24 horas para decidir sobre a manutenção ou a revogação da medida. Caso não aceite, ele precisará explicar o motivo. O projeto coloca como prioridade a compra e manutenção de tornozeleiras e de dispositivos de alerta para as vítimas, permitindo aos governos separar recursos específicos no orçamento para aplicação na proteção à mulher.

O texto altera ainda a Lei Maria da Penha para aumentar o adicional de um terço para até metade da pena — hoje, de reclusão de 2 a 5 anos, mais multa — por descumprimento de medidas protetivas, como violação das áreas de exclusão monitoradas eletronicamente (onde o agressor não pode ir), ou remoção, violação ou alteração da tornozeleira sem autorização judicial.

O pacote de leis institui ainda o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência às Mulheres Indígenas, que será celebrado no dia 5 de setembro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Eloa Gute
19 de abril de 2026 08:51

A única forma de proteger as mulheres é colocar esse valentões juntos com os outros presos, sem saidinhas, por 30 anos na cadeia. Ao contrário vão continuar agredindo mulheres!!

FLAVIO
12 de abril de 2026 09:59

Pregando moral de cueca como sempre.

FLAVIO
12 de abril de 2026 09:57

Filho de Lula é acusado de agredir e abusar psicologicamente da companheiraMédica com quem Luis Cláudio Lula da Silva vive há dois anos prestou queixa na Delegacia da Mulher de SP

FLAVIO
12 de abril de 2026 09:48

folhadespaulo   90 sem VIOLÊNCIA DOMÉSTICA | O presidente Lula (PT) disse nesta terça-feira (16) condenar violência doméstica, mas, “se o cara for corintiano, tudo bem”. A declaração foi dada em meio a um comentário em que ele criticava a violência doméstica e elogiava a presença de mulheres em um evento com empresários do ramo alimentício no Palácio do Planalto. Nesta quarta (17), a secretária Nacional de Mulheres do PT, Anne Moura, diz que o presidente Lula (PT) foi “infeliz” ao tentar fazer piada sobre violência contra mulheres e o Corinthians, mas afirmou que a fala do petista está sendo… Leia mais »

FLAVIO
12 de abril de 2026 09:46

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