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Política Lula sanciona lei que facilita o monitoramento de agressor de mulheres

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Entre as medidas estão mudanças nas regras de monitoramento de agressores.

Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
Entre as medidas estão mudanças nas regras de monitoramento de agressores. (Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou um pacote de leis voltadas ao combate à violência doméstica. As propostas foram aprovadas pelo Congresso Nacional no mês passado e integram um pacto que reúne os três Poderes — Executivo, Legislativo e Judiciário —, no enfrentamento à violência contra a mulher. Entre as medidas estão mudanças nas regras de monitoramento de agressores, a criação de um novo tipo penal e a instituição de uma data nacional de conscientização.

A nova legislação determina o uso imediato de tornozeleira eletrônica por agressores de mulheres e crianças em casos de violência doméstica. A vítima também deverá receber um dispositivo de segurança que emite alerta em caso de aproximação. Além disso, delegados passam a ter autorização para determinar o monitoramento eletrônico em cidades sem comarcas com juízes. Até então, nessas localidades, a principal medida disponível era o afastamento do agressor do lar.

A Lei Maria da Penha já previa o uso da tornozeleira, mas de forma opcional e fora do rol das medidas protetivas de urgência. Com a nova regra, o monitoramento passa a ser obrigatório sempre que houver risco à vida ou à integridade física ou psicológica da mulher ou de seus dependentes. A lei também aumenta a pena para o descumprimento das medidas, com acréscimo de um terço à metade sobre a punição atual, que varia de 2 a 5 anos de reclusão.

Pais que matarem os próprios filhos — ou dependentes, como familiares idosos — com o objetivo de atingir ou punir a mulher passarão a responder por um crime específico, o vicaricídio. A nova tipificação permite classificar esse tipo de homicídio como crime hediondo, com penas de 20 a 40 anos de reclusão, além de multa. A pena poderá ser aumentada em um terço se o crime for cometido na presença da mulher; contra criança ou adolescente, pessoa idosa ou com deficiência; em descumprimento de medida protetiva já estabelecida. A mudança segue a mesma linha adotada em 2024, quando o feminicídio passou a ter tipificação própria.

Pela nova lei, o vicaricídio é definido como:

“Matar descendente, ascendente, dependente, enteado ou pessoa sob guarda ou responsabilidade direta da mulher, com o fim específico de causar sofrimento, punição ou controle, no contexto de violência doméstica e familiar”.

Outra lei sancionada, vinda do Senado Federal e sancionada por Lula, institui o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas, a ser celebrado em 5 de setembro. A medida busca dar visibilidade às violências sofridas por mulheres e meninas indígenas, que muitas vezes ocorrem em regiões isoladas ou de difícil acesso e acabam sem investigação ou punição.

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vanderlei stefani
13 de abril de 2026 23:00

ENFIM, A HIPOCRISIA!

Depois de espernear diante de uma ala de escola de samba que satirizou a incoerência de alguns conservadores, o PL, partido de Bolsonaro e Nikolas, anunciou um influêncer pornô como pré-candidato a deputado. Eles pregam moralidade nas redes sociais, mas quando ninguém esta olhando, as práticas falam por si.

Uma sábia disse certa vez que “a prática é o critério da verdade”.

vanderlei stefani
13 de abril de 2026 22:35

Seguindo a boa e velha tática dos Bolsonaro de mentir, mentir e mentir, dessa vez Flávio Bolsonaro usou um vídeo da época do desgoverno de seu pai para atacar Lula.

🤔 Falta memória ou caráter para esse povo?

Fernando Krause
13 de abril de 2026 20:50

O primeiro monitorado vai ser o filho 02 do mentiroso? Aquele que foi acusado pela ex esposa de te-la agredido.

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