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Mundo Lula tenta imitar movimento de acrobata ao lado de Macron em Paris

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta imitar movimento de acrobata em exposição do artista visual Ernesto Neto, em Paris. (Foto: Reprodução)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma “performance” inusitada durante visita a uma exposição em Paris, na França, nessa sexta-feira (6). Ao lado do presidente francês, Emmanuel Macron, ele tentou imitar movimentos de um acrobata que se apresentava em uma mostra do artista visual brasileiro Ernesto Neto.

O presidente brasileiro, de 79 anos, deitou no chão e ergueu as pernas. Depois, se equilibrou sobre os braços. A Secretaria de Comunicação da Presidência explicou que o presidente não estava tentando copiar os acrobatas, mas fez os movimentos para interagir com os artistas.

Os responsáveis pela apresentação, inclusive, convidam os espectadores a se sentarem ou deitarem no chão para ver o espetáculo e contemplar a cúpula do espaço.

Na mesma visita, o presidente brasileiro também aproveitou que estava no chão e pegou uma câmera para fotografar o teto do espaço, auxiliado por seu fotógrafo oficial, Ricardo Stuckert.

A visita de Lula à exposição faz parte da viagem do presidente brasileiro à França, onde ele está deste a última  quarta-feira (4). Na quinta-feira (5), depois de se reunir com Macron, Lula pediu publicamente ao presidente francês que “abra seu coração” para o acordo entre a União Europeia e Mercosul, que enfrenta resistência da França.

“Eu assumirei a presidência do Mercosul no próximo dia 6. Eu quero lhe comunicar que não deixaria a presidência do Mercosul sem concluir o acordo com a União Europeia. Portanto, meu caro, abra o seu coração para a possibilidade de fazer esse acordo com o nosso querido Mercosul”, disse Lula.

“Este acordo, neste momento estratégico, é bom para muitos setores, mas comporta um risco para os agricultores europeus”, respondeu Macron.

“Porque a Europa, por princípios que o presidente Lula e seu governo compartilham – a ecologia, reduzir a emissão de CO2, proteger a biodiversidade. Por essas razões, proibimos os nossos agricultores de utilizar esses agrotóxicos, por exemplo. Os países no Mercosul não estão no mesmo nível de regulamentação. Não é uma discrepância de qualidade, mas de regulamentação”, afirmou Macron.

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