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Geral Madrasta do menino Bernardo está internada no Instituto Psiquiátrico Forense

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Graciele Ugulini durante interrogatório no Fórum de Três Passos. (foto: MP/Divulgação)

Graciele Ugulini, madrasta do menino Bernardo Boldrini, está internada no IPF (Instituto Psiquiátrico Forense), em Porto Alegre, desde o dia 5 de fevereiro, por questão de saúde. Ela foi presa em 2014 e recolhida ao Presídio de Guaíba, na Região Metropolitana da capital gaúcha, e estaria sofrendo de depressão. Graciele é uma das quatro pessoas acusadas do assassinato da criança. Esta é a terceira vez que ela é internada no IPF e deve permanecer no local até obter alta médica.

Além de Graciele, participaram do assassinato o pai de Bernardo, o médico Leandro Boldrini, e os irmãos Edelvânia e Evandro Wirganowicz. Todos eles estão presos e respondem por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. No dia 27 de janeiro, foi suspensa a sessão que julgava o recurso de três réus no processo sobre cancelamento de júri popular. A sessão foi realizada na 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. O desembargador Sylvio Baptista Neto aceitou a manutenção do júri popular, mas desembargador Honório Gonçalves da Silva decidiu pela suspensão da sessão, alegando que não teve tempo hábil para analisar o pedido. Todos os réus aguardam o julgamento na prisão. Ainda não há data definida.

Caso

Em abril de 2014, o corpo de Bernardo Uglione Boldrini, então com 11 anos, foi encontrado em uma cova rasa em um matagal em Frederico Westphalen (Norte do RS), cidade vizinha a Três Passos, onde o garoto residia com o pai, Leandro Boldrini, a madrasta, Graciele Ugulini, e sua meia-irmã, Maria Valentina. Após investigações, a Polícia Civil concluiu que a morte do garoto foi planejada pela madrasta, com o apoio do pai da criança e de uma amiga: Edelvânia Wirganowicz. Esta última envolveu o irmão Evandro, que foi acusado de abrir a cova para que as duas mulheres depositassem o cadáver do menino.

 

 

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