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Política Maioria do Supremo vota para manter em R$ 4,9 bilhões orçamento do fundo eleitoral

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Ação do partido Novo pede que STF determine corte do fundo para R$ 2,1 bilhões, valor inicialmente proposto no Orçamento

Foto: Agência Brasil
Informações solicitadas foram encaminhadas de forma incompleta e sem padronização. (Foto: Agência Brasil)

O STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria de votos nesta quinta-feira (03) para manter em R$ 4,9 bilhões o chamado fundo eleitoral — verba que será utilizada pelos partidos políticos para financiar campanhas nas eleições deste ano.

O julgamento teve início no dia 23 de fevereiro e foi suspenso na semana passada. Na retomada da análise, a maioria dos ministros divergiu do voto do relator, André Mendonça, que havia votado por suspender o aumento.

O valor do fundo eleitoral proposto inicialmente pelo governo era de R$ 2,1 bilhões em 2022 — montante próximo ao da eleição de 2018. No entanto, o Congresso, com apoio dos partidos da oposição e aliados do governo, subiu o montante para R$ 4,9 bilhões — valor sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro.

A ação analisada pelo Supremo questionou o aumento do fundo e foi apresentada pelo partido Novo. A sigla defendeu que deve ser mantido o valor inicial de R$ 2,1 bilhões para o fundo.

O partido disse ainda que a proposta de cálculo dos valores não apresentou fonte de recursos para custear a despesa bilionária prevista, o que seria inconstitucional.

Voto do relator

O ministro André Mendonça é o relator da ação e votou pela suspensão do aumento do fundo eleitoral. Mendonça disse que não houve ilegalidade no tocante aos pontos levantados pelo partido Novo, já que, segundo ele, “a emenda parlamentar não afrontou a reserva de iniciativa legal da União”. No entanto, o relator apresentou outros argumentos para suspender o aumento.

O ministro afirmou que o novo valor do fundão desrespeitou a Constituição, por falta de comprovação de necessidade e ausência de proporcionalidade. Além disso, Mendonça disse que a mudança desrespeitou a anualidade eleitoral e deveria ter sido aprovada um ano antes do pleito.

Por isso, defendeu ser o caso de suspender o aumento e adotar o valor de 2020 — R$ 2,034 bilhões—, atualizado pela inflação.

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Fabricio Digão
3 de março de 2022 20:29

Farra com o dinheiro do público, porém na casa do amigo do pai eles não só libertam como tbm votam para financiar. justiSa

Jorge Souza
3 de março de 2022 21:55

E AGORA, O STF É COMUNISTA, DE DIREITA OU ESQUERDA, É FACISTA, BOLSONARISTA, LULISTA ??

Fernando Krause
3 de março de 2022 22:14

Estes ministros foram condescendentes na farra com o dinheiro público!

Valmir Endruweit
3 de março de 2022 22:22

Quem alimenta bandidos e aprova o uso do dinheiro do público para circo político é cúmplice e irresponsável, porque os Ministros não fazem uma doação de 50% dos seus proventos para os bandidos se elegerem?

Valmir Endruweit
3 de março de 2022 22:25

O STF está em sua pior fase, solturta de bandidos , cancelamento de provas, anulação de processos criminosos, atitudes sem noção em embasamento na Contituição, são micos amestrados indicados por bandidos políticos e que volta e meia fazem “agrados” em agradecimento.

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