Terça-feira, 04 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 26 de setembro de 2024
Milei assumiu a Casa Rosada no fim do ano passado com o desafio de aliviar a severa crise econômica que o país enfrenta há décadas.
Foto: ReproduçãoO número de argentinos que vivem abaixo da linha da pobreza aumentou no primeiro semestre deste ano e chegou a 15,7 milhões de pessoas, segundo o mais recente levantamento do Instituto Nacional de Estatísticas e Censos do país (Indec), divulgado nesta quinta-feira (26). A pesquisa, que abrange 31 aglomerados urbanos da Argentina, aponta que mais da metade da população (52,9%) está em situação de pobreza, cenário que abrange 4,3 milhões de famílias — 42,5% do total do país.
Os novos dados reforçam a pressão sobre o presidente Javier Milei, que completou 10 meses de governo em uma Argentina castigada por forte crise econômica e social, com dívidas elevadas, câmbio deteriorado, reservas internacionais escassas e inflação na casa de 236%. (leia mais abaixo)
Durante os seis primeiros meses da gestão Milei, 3,4 milhões de pessoas entraram para a faixa da pobreza, segundo o Indec. O acréscimo é de 11,2 pontos percentuais (p.p.) em relação ao segundo semestre de 2023, quando 12,3 milhões de pessoas (41,7% da população) estavam nessa situação. Para classificar que um cidadão argentino está abaixo da linha da pobreza, o Indec calcula o rendimento das famílias e o acesso a necessidades essenciais, incluindo alimentos, vestimenta, transporte, educação e saúde.
Ainda de acordo com a pesquisa, 5,4 milhões de pessoas estão em situação de indigência, ou 18,1% da população. No segundo semestre de 2023, esse número correspondia a 3,5 milhões de pessoas (11,9%). Quando observadas as famílias, 1,4 milhão foram consideradas indigentes (13,6%) no primeiro semestre deste ano — acima das 870 mil contabilizadas no fim de 2023 (8,7%).
O Indec classifica como em situação de indigência as pessoas que não têm acesso a uma cesta de alimentos suficiente para suprir as necessidades diárias de energia e proteína. Desde que Javier Milei assumiu o poder, o índice mensal de preços do país caiu dos 25,5% em dezembro de 2023 para 4,2% em junho deste ano. Ainda que o acumulado seja de expressivos 236,7% na janela de 12 meses, essa desaceleração tem sido um dos trunfos da gestão.
Milei assumiu a Casa Rosada no fim do ano passado com o desafio de aliviar a severa crise econômica que o país enfrenta há décadas. Além da inflação exorbitante, estão no centro do problema a dívida pública, a falta de reservas em dólar e a desvalorização da moeda local.
O corte de gastos e o ajuste das contas públicas estão no foco de Milei. A ideia é que, melhorando a parte fiscal, a economia argentina dê mais confiança aos investidores, destrave investimentos privados e passe a andar nos trilhos.
Para a população, as medidas são doloridas. O chamado “Plano Motosserra” — referência ao corte de gastos — determinou uma desvalorização do câmbio, paralisação de obras públicas e o corte de subsídios em tarifas de serviços essenciais.
Em outra perspectiva: a inflação desacelerou, mas a base de comparação também subiu. Desde o início do ano, os preços de água, gás, luz e transporte público estão bem mais altos.
“Não acho que [a inflação] ande de mãos dadas com os aumentos salariais e impostos”, disse à agência de notícias Reuters o cabeleireiro Gustavo García, no mercado central de Buenos Aires. “A inflação cotidiana é muito maior do que 4% ou 5%.”
O mercado de trabalho argentino também piorou e a pobreza subiu, enquanto o PIB do país levou tombos de 5,1% no primeiro trimestre e 1,7% no segundo trimestre deste ano.
Em sua posse, Milei avisou que a economia ia piorar antes de ver resultados. Por isso, apesar do custo social, as medidas iniciais elevaram os ânimos do mercado financeiro. Afinal, como planejado e apesar da impopularidade das medidas, as reservas em dólar aumentaram e a Argentina registrou, no primeiro trimestre, seu primeiro superávit fiscal desde 2008. O superávit acontece quando a arrecadação é maior do que os gastos.
Ainda assim, o câmbio continua instável, o crescimento das reservas não é rápido o suficiente e a dívida pública continua sendo um fantasma para a equipe econômica. Com isso, o fator longo prazo começou a preocupar até quem, inicialmente, apoiou as medidas de choque de Milei.
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Ainda que estão na fila do osso… Se o “parça ” do teu presidente tivesse ganho a reeleição, esse povo já não estaria mais na fila do osso, já estariam mortos mesmo.
Extrema direita = Fila do OSSO
Depois que recebeu a vergonhosa 3is, foi só ladeira abaixo.
Ué? Mas a direita não ia consertar tudo???uhhmmm
Olha o tamanho do estrago que os FDP da esquerda, com seu populismo barato, fizeram.
Eu realmente não sei onde a EXTREMA ESQUERDA apaixonada por bolsa família, por abono e por abóbora se informa. Quem vê as reflexões desta ralé socialista, acredita que a “miséria” começou na Argentina durante o Governo do Milei. Que antes o povo não convivia com fome e não comia no lixo. Chora PETEZADA, o Pai dos Pobres só fala M… na ONU e vocês aqui.
A esquerda podre ficou anos no poder na Argentina e agora o vilão é o miley que esta a um ano no poder.kkkkk
O estrago que a extrema esquerda comunista fez e faz é difícil e demorado para consertar.
Mas o Milei vai reverter, e a Argentina vai voltar a ser próspera!
E nunca mais vai confiar em sujeitos que se dizem “socialistas” …
Parabéns Milei.Ta consiguindo superar Macri.
Fila do OSSO, especialidade da extrema direita.
Então vai pra Argentina.
Boa viagem
E a culpa é do Milei ??? Os hipócritas da esquerda tem memória curta ou são muito idiotas mesmos. Décadas de populismo e um dia a conta veio, aliás com essa esquerda nojenta com a imprensa imparcial ajudada pela conivência do STF estamos indo pro mesmo caminho.
A extrema imprensa tenta creditar a Milei a critica situaçao da Argentina escondendo as décadas desgovernada pela esquerda com roubos, corrupção, estouro de gastos e tudo o mais que se conhece por aqui.
Somos nós logo ali quero dizer já tá na porta e só andar pelo Brasil para ver e dele esmola para o povo de um lado e imposto do outro a cota não fecha.
A catastrofe da Esquerda por anos, deixou sequelas que hoje aparecem, antes diziam estar tudo bem…. Agora em meses querem que o novo presidente resolva oque por anos demoliram…. è “pracabar”!!!!. Este tipo de matéria não cola mais na opinião das pessoas, hoje todos tem informaçõe mais corretas de diferentes fontes, alguns jornalistas tem que se reinventarem, pois senão….IA neles.
Quem recebe 3is está fadado ao FRACASSO
“””Enquanto isso, na sala de justiça…”””, e no Brasil 1kg de café custa 40 e poucos reais.
O Milei está colocando o trem nos trilhos novamente. Herança da esquerda. Quando uma nação é comandada por esquerdistas, não tem como o resultado ser diferente. E aqui no Brasil estamos trilhando o mesmo caminho. Esquerda é sinônimo de corrupção, roubo, bandidagem. E tem imbecil que defende esta corja.
Milei com certeza e muito esforço, colocará o país nos trilhos. Essa é a herança que os países de esquerda sempre deixam para seus oponentes, quando perdem a eleição. Se seguem no poder, continuam escondendo os ROMBOS e iludindo os jegues. Aqui no Brasil não será diferente. Quando Bolsonaro saiu, deixou mais de 40 bilhões positivos nos cofres públicos, mesmo com dois anos de Pandemia, inclusive confirmados pela globosta e seus analistas políticos. Quando entrou esse molusco enganador já gastou tudo nos primeiros 6 meses e depois de uma ano os caixas do governo já estavam com um ROMBO de… Leia mais »