Terça-feira, 21 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 17 de janeiro de 2025
O governo revogou o ato sobre a fiscalização do meio de pagamento após uma onda de fake news.
Foto: ReproduçãoPesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira (17) aponta que 67% dos brasileiros acreditam que o governo cobraria uma taxa sobre operações financeiras por meio do Pix. Segundo o diretor da Quaest, Felipe Nunes, nos primeiros 16 dias deste ano, o assunto movimentou mais de 5 milhões de menções nas redes sociais. O governo revogou o ato sobre a fiscalização do meio de pagamento após uma onda de fake news.
Dos entrevistados pela Quaest, 17% não acreditam que o governo cobraria imposto sobre o Pix e 16% afirmaram não saber do assunto. Entre os brasileiros que tomaram conhecimento da notícia, 68% ficaram sabendo que o Governo Federal desmentiu a informação falsa e 31% não ficaram sabendo. Sobre a revogação da fiscalização, 55% disseram que ficaram sabendo e 45% disseram que não ficaram sabendo.
O levantamento mostrou também que 88% dos entrevistados souberam das mudanças nas normas de fiscalização do Pix e 87% afirmam que ouviram a informação de que o governo federal cobraria taxa em movimentações via Pix.
A Quaest ouviu 1,2 mil pessoas entre os dias 15 e 17 de janeiro e os monitoramentos foram feitos levando em consideração dados coletados entre 1º e 16 de janeiro. As mudanças nas regras da Receita monitorariam movimentações via Pix acima de R$ 5 mil por mês, no caso de pessoas físicas, e R$ 15 mil mensais, no caso de pessoas jurídicas. E incluía nesse monitoramento das “instituições de pagamento” — que ofertam o serviço das “maquininhas”, por exemplo.
Segundo a Receita, várias modalidades de pagamento — como cartão de crédito e depósitos — já eram monitoradas quando os valores excediam em R$ 2 mil para pessoa física e R$ 6 mil no caso de pessoa jurídica.
“Foi um erro de timing, de tática e de diagnóstico do governo”, diz Felipe Nunes, diretor da Quaest. Segundo ele, o governo só agiu após 5 milhões de menções sobre o Pix.
“Em rede social, a resposta deveria ter sido dada em 24h”. Segundo ele, “o governo demorou a compreender o que estava acontecendo e entrou atrasado no assunto”.
“Foi em setembro que a medida foi anunciada pela Fazenda. O governo teve tempo. Quando o assunto esquentou nas redes com o vídeo do Senador Cleitinho, no dia 6 de janeiro, já era tarde. O vídeo teve 3,4 milhões de visualizações e foi o gatilho para a narrativa da oposição. A partir dali o assunto ferveu e chegou no dia 10/01 a produzir mais de 5 milhões de menções sobre o assunto. Foi quando o governo foi lidar com o assunto, de forma protocolar.”
De acordo com Nunes, para obter os dados, a Quaest uniu monitoramento de redes sociais, monitoramento de grupos de WhatsApp e pesquisa de opinião para entender a polêmica do Pix.
Na quarta-feira (15), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, revogou o ato que ampliou as normas de fiscalização do Pix. O presidente Lula editou uma medida provisória na quinta-feira (16) para garantir que as transações financeiras nessa modalidade não possam ser tributadas.
O que motivou esse recuo do governo foram fake news que se espalharam sobre o Pix. De acordo com Haddad, nunca houve intenção de taxar essa modalidade de pagamento.
O governo tinha atualizado as normas de monitoramento de movimentações financeiras da Receita Federal e o Pix entraria nessas normas, como já é feito com cartões de débito e de crédito. Nas primeiras semanas do ano, uma onda de fake news foi compartilhada, afirmando que o Pix seria taxado, o que não é verdade, fazendo o governo abrir mão da atualização das regras. Na prática, nada muda nos termos da fiscalização.
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O problema não é a taxação, o principal é que se o governo estava de olhos nos ricos , porque não alegou o teto para 25mil reais?
O quen tranpareceu é que realmente o gov está querem o pequeno e não o grande. A receita não tem limites, o sede de impostos é grande e o crédito no governo acabou uma vez que a promessa era sem imposto de renda para 5mil, sem taxação nas blusinhas etc..
Quem queria taxar o Pix era o Paulo Guedes!
Pra que é paceiro de corruptos e ladrões (Lula é LADRÃO), é dolorido ouvir verdades.
A verdade dói né cumpanhero…
Pampa sempre tentando confundir o povo com matérias sem fundamento.
Olá Pessoal
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Que o Dr. Drauzio Varella no Comentou no PodCast
para esses tipos de Dores como Artrose, Artrite,
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Aracadar muito e gastar mal !
Está é a política deste desgoverno.
O lulopetismo é uma fábrica de mentiras repetidas e de promessas que não serão cumpridas! A seita diabólica é capaz de tudo por dinheiro e poder…
Alguém tem alguma dúvida de que a taxação aconteceria? Se esta não era a intenção, porque revogou?