Terça-feira, 26 de maio de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
16°
Mist

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Rio Grande do Sul Mais de 30% das doses da Coronavac entregues aos municípios gaúchos para a segunda dose ainda não tiveram aplicação confirmada

Compartilhe esta notícia:

Vacina, do Instituto Butantan, já está aprovada para crianças e adolescentes de 6 a 17 anos (Foto: Divulgação/Instituto Butantan)

Dados apurados com base no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (Sipni) mostram que ainda faltam aplicar (ou registrar o procedimento) 538.755 das 1.650.580 unidades de vacina Coronavac distribuídas pelo governo do Rio Grande do Sul aos municípios para a segunda dose. Essa proporção é de aproximadamente 30%.

De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde (SES), os dados informados pelas prefeituras por meio do Sipni  têm sido monitorados, a fim de avaliar medidas que possibilitem apoiar autoridades locais a zerarem os atrasos no procedimento e completarem o ciclo imunizatório.

A partir da análise dos registros, será possível avaliar faltas pontuais e planejar, se for o caso, o remanejamento de saldos entre municípios.

Desde o início da campanha de vacinação da Covid-19 no RS, em janeiro de 2021, a SES distribuiu 1.647.470 doses da Coronavac aos municípios gaúchos para aplicação da primeira dose em grupos prioritários, seguindo a ordem estabelecida pelo Plano Nacional de Imunizações (PNI) e conforme pactuações entre Estado e municípios (municípios representados pelo Conselho das Secretarias Municipais de Saúde, o Cosems).

Todas as pactuações estão registradas nas resoluções da Comissão Intergestores Bipartite (CIB). Matematicamente, portanto, o Estado distribuiu doses suficientes para completar o esquema vacinal de todos os gaúchos imunizados com a primeira dose da Coronavac.

“Conforme os municípios forem vacinando e registrando, vamos continuar acompanhando para entender a situação de cada local e atuar em conjunto com os gestores na busca de soluções. Se preciso, vamos recorrer ao Ministério da Saúde para completar eventuais faltas de doses. O importante é que o esquema vacinal dos gaúchos se complete para que possamos avançar na superação da pandemia”, afirma a secretária da Saúde, Arita Bergmann.

“Só vamos conseguir ter exatidão sobre as possíveis dificuldades após os municípios aplicarem todo o quantitativo que enviamos e registrarem no sistema”, explica Ana Costa, diretora de Atenção Primária e Políticas de Saúde da SES. Ela acrescenta que:

“Dentre as hipóteses para os problemas alegados pelos municípios, podem estar desde falhas nos registros até migrações entre municípios, ou seja, pessoas que tomaram a primeira dose em um lugar e agora precisam tomar a D2 em outro, além de algum possível equívoco de uso da D2 como primeira dose”.

Atualização

A estatística foi divulgada no site oficial estado.rs.gov.br por volta das 15h30min desta quinta-feira (21), quando ainda faltavam quase quatro horas para o encerramento do expediente nos postos de saúde, drive-thrus e demais espaços disponibilizados para a imunização em todas as 497 cidades gaúchas. Portanto, é possível que os atrasos e defasagem tenham caído.

Às 21h, já com os dados integralizados, o portal de monitoramento da Secretaria Estadual da Saúde informava que mais de 2,84 milhões de habitantes do Rio Grande do Sul já receberam a primeira dose (Coronavac, Oxford ou Pfizer), o que representa 54,2% dos segmentos-alvo da campanha de imunização (5,2 milhões de habitantes, para uma população geral de 11,3 milhões). Os contemplados com a segunda injeção, por sua vez, chegam a 1,24 milhão (23,7%).

(Marcello Campos)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Rio Grande do Sul

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Após perseguição, casal é preso com 400 quilos de maconha na Serra Gaúcha
Das 21 regiões monitoradas pelo novo sistema no Rio Grande do Sul, oito apresentam piora na situação da pandemia
Pode te interessar