Sexta-feira, 19 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 30 de janeiro de 2024
Para Unicef, situação se agravou durante a pandemia de Covid-19
Foto: Agência BrasilMais da metade das crianças do segundo ano do Ensino Fundamental da rede pública não aprenderam a ler e escrever no Brasil. A informação é do Unicef (Fundo Internacional de Emergência das Nações Unidas para a Infância), com base nos dados do Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) de 2021.
Segundo o Unicef, os resultados indicam que 56% dessas crianças não foram alfabetizadas na faixa etária esperada e elas se somam a outros milhares de meninas e meninos no Brasil que estão na escola sem saber ler e escrever.
A situação já era preocupante antes da pandemia da Covid 19, quando o País registrava quase 40% de crianças não alfabetizadas no segundo ano do ensino fundamental, e se agravou ao longo da emergência mundial.
A oficial de Educação do Unicef, Júlia Ribeiro, afirma que a pandemia teve um grande impacto nesses resultados com a redução dos dias letivos, dificuldade de acesso aos materiais educacionais e a falta de um profissional orientando os alunos de forma próxima.
Segundo a especialista, a alfabetização é uma etapa fundamental da trajetória escolar de crianças e adolescentes e a perda desse momento pode repercutir não só no seu desempenho acadêmico, mas em toda a sua vida.
Júlia avalia que o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada – lançado em 2023 pelo Ministério da Educação – está alinhado às principais estratégias para enfrentar o problema.
O programa
Realizado em parceria com Estados e municípios, ele prevê medidas para assegurar que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do segundo ano do Ensino Fundamental, além da recomposição das aprendizagens das crianças do 3º, 4º e 5º ano que foram afetadas pela pandemia.
Acompanhamento
A oficial de Educação do Unicef reforça, no entanto, que é preciso acompanhamento e monitoramento constante da iniciativa para que ela seja implementada corretamente e alcance os resultados esperados.
O MEC (Ministério da Educação) informou, em nota, que 100% dos estados aderiram ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e quase a totalidade dos municípios do país. Ainda de acordo com o MEC, mais de R$ 620 milhões de investimentos do programa foram executados no ano passado.
Entre os projetos, estão a designação de mais de seis mil articuladores, com potencial de beneficiar mais de 15 milhões de crianças desde a educação infantil, e a instalação de Cantinho de Leitura nas escolas com turma de educação infantil.
A iniciativa também formalizou junto a cinco universidades – uma em cada região do País – parceria de oferta de formação continuada do Programa de Formação Leitura e Escrita na Educação Infantil para a etapa da pré-escola.
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Primeiro a desgraça do lulopetismo, que não alfabetizou e gastou dinheiro público até com kit ideológico para incutir a homossexualidade na mente das inocentes crianças.
Depois a praga da peste fabricada na China, fruto do comunismo para espalhar vírus respiratório pelo planeta.
Duas desgraças!
É o resultado do método Paulo Freire de ensino.
Só lacração, só o que não presta, e educação mesmo, deixada de lado.
O resultado é esse, analfabetos funcionais desde a infância…