Quarta-feira, 27 de Maio de 2020

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Mundo Mais de 500 pessoas morrem em um dia nos Estados Unidos de coronavírus

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Nos EUA, Trump diz que vai tornar regras para conter a Covid-19 mais rígidas

Foto: Reprodução
Depois de minimizar em um primeiro momento o impacto da Covid-19, o presidente Donald Trump advertiu aos americanos que as próximas duas semanas "serão muito dolorosas". (Foto: Reprodução)

Os Estados Unidos tiveram o dia com o maior número de mortes da pandemia nesta segunda-feira, foram mais de 500 óbitos. Com isso, o total ultrapassou as 3.000 ocorrências, de acordo com um acompanhamento da agência Reuters.

Os EUA são a nação com o maior número de casos identificados no mundo: 160 mil, de acordo com a universidade Johns Hopkins. O presidente Donald Trump disse nesta segunda-feira (30) que poderá tornar as regras para diminuir o surto de coronavírus mais rígidas.

Ele afirmou também que mais de 1 milhão de americanos já fizeram teste de diagnóstico do novo coronavírus. Ele pediu para que as pessoas mantenham as regras de distanciamento social ao longo do mês de abril para evitar que o vírus se espalhe.

“Cada um de nós tem um papel a desempenhar para vencer essa Guerra. Cada cidadão, família, negócio pode fazer uma diferença para parar o vírus. Esse é o nosso dever patriótico compartilhado. Tempos desafiadores estão a frente nos próximos 20 dias, e esses serão 30 dias vitais”, ele afirmou a jornalistas na Casa Branca.

O presidente disse que os EUA começaram a comprar equipamento de proteção pessoal de outros países. “Estamos comprando no mundo inteiro e também estamos mandando coisas que não precisamos para outras partes”, afirmou.

Ele relatou um diálogo que teve com o primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, no qual afirmou ao italiano que os EUA enviarão suprimentos médicos no valor de US$ 100 milhões (cerca de R$ 519 milhões) – é material que os americanos não precisam neste momento.

As forças armadas dos EUA afirmaram nesta segunda-feira que estão enviando militares de serviços de necrotério para a cidade de Nova York, em resposta à pandemia de Covid-19.

“Nós recebemos uma missão da Agência Federal de Gerenciamento de Emergências [Fema, na sigla em inglês] para apoiar a equipe em Nova York e estamos no processo de fornecer mão de obra”, disse o Major General Jeff Taliaferro.

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