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Brasil Major Olímpio pede prisão preventiva de Lula por “incitar militância a atacar como no Chile”

No sábado (09), Lula chamou militantes para uma reação ao governo do presidente Jair Bolsonaro, declarando ser necessário “atacar” e não apenas se defender. (Foto: Ricardo Stuckert)

O líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), entrou com uma representação na PGR (Procuradoria-Geral da República) pedindo a prisão preventiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com base na Lei de Segurança Nacional.

O argumento do senador é que o petista, livre da prisão desde a última sexta-feira (08), incitou a violência contra a ordem pública ao pedir para a militância “atacar” como manifestantes no Chile. No sábado (09), em São Bernardo do Campo, Lula chamou militantes para uma reação ao governo do presidente Jair Bolsonaro, declarando ser necessário “atacar” e não apenas se defender.

“É uma questão de honra a gente recuperar esse País. A gente tem que seguir o exemplo do povo do Chile, do povo da Bolívia. A gente tem que resistir. Não é resistir. Na verdade, é lutar, é atacar e não apenas se defender. A gente está muito tranquilo”, declarou Lula.

Na representação, Olímpio pede ao procurador-geral da República, Augusto Aras, para requerer a prisão preventiva de Lula por incitar a subversão da ordem pública e instaurar procedimentos para responsabilização por crimes previstos na Lei de Segurança Nacional e na legislação que tipifica os crimes contra o Estado e a ordem política e social.

“Uma incitação desta natureza ultrapassa qualquer razoabilidade de liberdade de expressão e demonstra um projeto de poder que quer se utilizar da violência e da quebra da ordem pública para a proteção de criminosos”, diz Olímpio no documento encaminhado à PGR.

Líder do PSL no Senado quer enquadramento do ex-presidente, em liberdade desde sexta-feira (08), com base na Lei de Segurança Nacional. (Foto: Agência Brasil)

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