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Dicas de O Sul Maratona Digital Literária marca lançamento de livro Liana Timm

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Poesias serão recitadas pela própria autora e por convidados no dia 22 de outubro, a partir das 8 horas, nas redes sociais

Foto: Luis Ventura/Divulgação
Poesias serão recitadas pela própria autora e por convidados no dia 22 de outubro, a partir das 8 horas, nas redes sociais. (Foto: Luis Ventura/Divulgação)

A artista multimídia Liana Timm encontrou uma forma diferente para lançar seu 18º livro. Sem sessão de autógrafos, mas como muita interação, a escritora e convidados farão a apresentação de “O Íntimo das Horas”, em uma maratona digital literária, na quinta-feira (22).

A partir das 8h, no Facebook e no Instagram da @lianatimm e do @territoriodasartes, poesias selecionadas de “O ÍNTIMO DAS HORAS”, serão recitadas, de hora em hora, pela própria autora e por diversos convidados, como Alexandre Brito, Cátia Simon, Dani Langer, Dione Detanico, Helena Terra, Janaina Pelizzon, Lenira Fleck, Márcia Ivana de Lima Silva e Maria Alice Bragança.

“Será uma espécie de sarau literário das 8h à meia noite. Além de conhecer algumas poesias selecionadas a partir de diversas vozes, os internautas terão a possibilidade de revê-las depois e interagir conosco nas redes sociais”, convida Liana.

O “ÍNTIMO DAS HORAS” é uma antologia, organizada pela escritora Dione Detanico, que reúne poemas selecionados de 8 dos 17 livros de poesia já publicados por Liana Timm. De cada um dos livros, Dione escolheu cerca de 10 poemas para compor um caleidoscópio do universo da poeta que traz à tona o inapreensível a olho nu numa poética que reconfigura o óbvio da existência.

A própria autora fala de sua criação literária e da descoberta poética em sua obra: “A poesia vem de um lugar desconhecido. Percorre caminhos inexplorados e, surge quase na surpresa da hora. Da primeira vez, lembro de uma certa ingenuidade a encher o verso, depois, a exigente linguagem mostrou natureza e necessidade. Daí, passei a visitar outros poetas e a me perturbar com a possibilidade de dar voz ao invisível. E me entreguei ao inesperado”.

Liana revela que “na mesa de trabalho, é visitada por mil vozes, às vezes ao mesmo tempo, outras, numa cumplicidade quase amorosa e, embriagada, digito o que parece sem sentido. Pesco a palavra que voa por sobre mim. Capturo combinações e experimentos. Subverto a ordem dos dias, desde o momento, em que ouvi alguém questionar a lógica do inquestionável. Sou e serei como sangue, circulando e alimentando a imaginação enquanto a vida, esse milagre incompreensível, achar que em mim vale a pena pulsar”, poetiza.

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