Sábado, 15 de Agosto de 2020

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Celebridades Max Fercondini fala sobre sua temporada no mar: “Ficarei uns 10 anos vivendo embarcado”

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Ator, de 34 anos de idade, vive há mais de dois anos em um veleiro, com o qual tem viajado o mundo

Foto: Reprodução
Ator, de 34 anos de idade, vive há mais de dois anos em um veleiro, com o qual tem viajado o mundo. (Foto: Reprodução)

Max Fercondini, de 34 anos de idade, se redescobriu em sua expedição no mar. Fora das novelas desde 2013, quando interpretou o tenente Ciro em “A Flor do Caribe”, da TV Globo, o ator vive há mais de dois anos em um veleiro, onde não só conhece mais cantinhos do mundo, como aprende um pouco mais de si.

“Estou morando em meu veleiro desde janeiro de 2018. Essa é a terceira expedição que eu faço. Como a primeira foi pelo céu, onde eu pilotei um monomotor, e a segunda foi por terra, dirigindo um motorhome, decidi que esta nova aventura seria pelo mar. Velejo e moro sozinho no meu barco. Atualmente eu estou atracado em uma marina em Lisboa. Por conta das medidas de controle do coronavírus, acabei por ter mais tempo a bordo para fazer diversos serviços de manutenção que precisava. Mas antes disso, eu costumava sair e encontrar meus amigos pela cidade. Velejar sozinho por si só é um isolamento social voluntário. Tenho muito tempo para dedicar a mim”, conta ele, que não pretende voltar a morar em terra firme tão cedo.

“Já estive na Espanha, Gibraltar, Portugal, Ilhas Canárias, Saint Lucia, Bonaire, Curaçao, Martinica, além do Brasil, onde eu aprendi a velejar. Quero continuar morando no veleiro. Antes de sair para o mar, tinha definido o prazo de um ano e meio para essa viagem pela Europa. Atualmente já completo mais de dois anos e meio vivendo a bordo e não pretendo largar esse estilo de vida tão cedo. Depois de velejar pelo Mediterrâneo pretendo voltar para Lisboa e preparar o barco para a volta ao mundo. Acredito que ficarei pelo menos uns 10 anos vivendo embarcado.”

Um dos maiores desafios que encontrou quando decidiu morar no veleiro foi abrir mão da comodidade e do convívio com familiares e amigos. A embarcação tem três cabines, dois banheiros e ar-condicionado, mas não é tão ampla como o apartamento em que vivia.

“A questão de estar longe dos amigos e da família é um desafio. Obviamente, se eu estivesse navegando pela costa do Brasil, eu teria mais oportunidade de receber no barco pessoas do meu círculo pessoal. Na Europa, isso fica um pouco mais difícil. Outra questão, foi abrir mão do conforto do meu apartamento, que é bem mais amplo do que o meu veleiro, para viver a bordo. Mesmo assim, não tenho nada a reclamar. Meu veleiro não é luxuoso, mas é muito confortável. Tenho três cabines e dois banheiros, além de uma sala de estar ampla com ar-condicionado e aquecedores, cozinha com micro-ondas, geladeira e freezer e uma área externa muito agradável, onde eu opto por fazer minhas refeições do dia a dia. Quando chove, passo a maior parte do tempo dentro de ‘casa’, mas nada que um filme na TV ou uma boa música não ajudem a esperar o tempo melhorar”, detalha.

Sem internet disponível todo o tempo, a leitura, escrita e a manutenção com o veleiro têm sido uma forma de lazer para Max. “Tenho conexão apenas quando estou navegando pela costa, próximo às cidades, pois uso um plano de celular convencional. O custo ainda é bastante elevado para mais dados e o funcionamento ainda não se compara com o 4g ou 5g que utilizamos em redes fixas ou móveis nos continentes. Utilizo minhas redes para compartilhar por onde estou navegando, meu diário de bordo e fotos de belas paisagens. A interação com os meus seguidores acaba por ser uma ótima companhia para os momentos em que estou sozinho. Recebo muitas mensagens de pessoas que se inspiram em mim e que desejam fazer o mesmo que eu em um dia no futuro”, explica.

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