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Política MDB e DEM deixam o Centrão na Câmara

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As legendas já calculam o impacto de decisões desse tipo na sucessão da liderança da casa, posto atualmente ocupado por Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Foto: Najara Araujo/Câmara dos Deputados
Reforma vira ‘moeda’ em eleição na Câmara. (Foto: Najara Araujo/Câmara dos Deputados)

Líderes dos partidos MDB e do DEM na Câmara dos Deputados informaram nesta segunda-feira (27) que as bancadas vão deixar bloco (conhecido como “blocão”) que reúne 221 parlamentares comandado pelo líder do Progressistas, Arthur Lira (AL). Ele é também o principal articulador do Centrão – grupo informal de partidos que, recentemente, passou a integrar a base do governo na Câmara.

“Vamos seguir carreiras autônomas. Posicionamento regimental, requerimentos, urgência, uma burocracia que não fazia mais sentido. Impacto sobre sucessão é um efeito colateral, não causa. Só trataremos disso depois das eleições municipais”, afirmou Efraim Filho (PB), líder do DEM.

A “sucessão” é a eleição para a presidência da Câmara, no início de 2021, e Arthur Lira é considerado um “líder informal” do Planalto na Casa.

Com as articulações o impacto de decisões desse tipo na sucessão do posto ocupado por Rodrigo Maia (DEM-RJ) já começaram.

Os partidos dizem oficialmente que o “blocão” foi formado para garantir o comando da Comissão Mista de Orçamento e que o objetivo já foi alcançado, mas, nos bastidores, admitem que estar incomodados com o poder concentrado por Lira.

O próprio Arthur Lira publicou em rede social nesta segunda que o fim desse bloco para distribuir comissões seria algo “natural”, e que deveria ter acontecido logo após a distribuição dos colegiados.

“O bloco de partidos que é chamado de centrão tem como objetivo manter o diálogo e a votação das pautas importantes para o país. O chamado bloco do centrão foi criado para formar a comissão de orçamento. Não existe o bloco do Arthur Lira. O bloco foi formado para votar o orçamento e é natural que se desfaça. Ele deveria ter sido desfeito em março, o que não aconteceu por conta da pandemia”, escreveu.

Com a saída de DEM e MDB, o bloco passa dos atuais 221 para uma bancada de 158 deputados federais. Outros partidos, como PTB e PSL, também já estudam deixar o grupo e criar outro, com legendas menores. Com informações do portal G1.

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