Terça-feira, 13 de Abril de 2021

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Brasil Média de mortes pela covid no Brasil ultrapassa 1,5 mil e bate recorde pelo décimo dia seguido

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Média móvel diária considera dados dos últimos sete dias.

Foto: EBC
Residente em Santa Maria, criança tinha histórico de doença neurológica crônica e imunodepressão. (Foto: EBC)

A média móvel diária de mortes causadas pelo coronavírus no Brasil bateu recorde pelo décimo dia seguido, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Esse tipo de média leva em consideração dados dos últimos sete dias e ficou em 1.540 nesta segunda-feira (8), com 1.114 novas mortes nas últimas 24 horas. Na última semana, 10.778 óbitos pela doença foram registrados no País, o maior número desde o início da pandemia.

Sequência de recordes na média móvel diária de óbitos:

  • Sábado, 27 de fevereiro: 1.180 (recorde)
  • Domingo, 28 de fevereiro: 1.208 (recorde)
  • Segunda-feira, 1º de março: 1.223 (recorde)
  • Terça-feira, 2 de março: 1.274 (recorde)
  • Quarta-feira, 3 de março: 1.332 (recorde)
  • Quinta-feira, 4 de março: 1.361 (recorde)
  • Sexta-feira, 5 de março: 1.423 (recorde)
  • Sábado, 6 de março: 1.455 (recorde)
  • Domingo, 7 de março: 1.497 (recorde)
  • Segunda-feira, 8 de março: 1.540 (recorde)

No total, o País já chegou a 266.614 mortes pela covid-19. O consórcio coleta os dados junto às secretarias estaduais de Saúde. O número de casos chegou a 11.055.480, com 36.923 novos diagnósticos confirmados nas últimas 24 horas. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil tem 9.782.320 pessoas recuperadas da doença.

Em São Paulo, 121 óbitos foram registrados nesta segunda-feira. O Estado registrou o maior número de novas internações. Ao todo, foram 15.141 pacientes hospitalizados em leitos de enfermaria e UTI das redes pública e privada entre 28 de fevereiro e 6 de março. O número de mortes ficou em 113 no Rio Grande do Sul e em 102 na Bahia, Estados que lideraram nesta segunda, junto com São Paulo, as estatísticas absolutas de letalidade.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse na manhã desta segunda-feira que a Pfizer antecipará o cronograma e entregará 14 milhões de doses de vacina contra a covid-19 até junho. A participação de Jair Bolsonaro na reunião com a Pfizer para a compra de vacinas já foi uma reação à movimentação dos governadores de organizarem um pacto nacional para fazerem o combate à pandemia do coronavírus.

Na semana passada, a reação de Bolsonaro diante de números que já se apresentavam como recordes foi de minimizar a dimensão da crise. “Nós temos que enfrentar os nossos problemas, chega de frescura e de mimimi. Vão ficar chorando até quando? Temos que enfrentar os problemas”, disse o presidente em evento em Goiás.

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