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Brasil Mercado financeiro reduz estimativa de inflação e prevê crescimento maior da economia brasileira neste ano

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A proposta faz parte de uma atualização das normas que o BC impõe aos bancos e demais instituições financeiras para combater a lavagem de dinheiro. (Foto: ABr)

Os economistas do mercado financeiro reduziram sua previsão de inflação e passaram a estimar um crescimento maior do PIB (Produto Interno Bruto) em 2017.

As expectativas dos analistas do mercado financeiro foram coletadas pelo BC (Banco Central) na semana passada e divulgadas nesta segunda-feira (8) por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. Mais de cem instituições financeiras foram ouvidas.

Para o comportamento do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) em 2017, a “inflação oficial” do País, o mercado baixou sua previsão de 4,03% para 4,01%. Foi a nona redução seguida do indicador.

Com isso, manteve a expectativa de que a inflação deste ano ficará abaixo da meta central, que é de 4,5%. A meta de inflação é fixada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) e deve ser perseguida pelo Banco Central, que para isso eleva ou reduz a taxa de juros (Selic).

Pelo sistema vigente no Brasil, a meta de inflação é considerada formalmente cumprida quando o IPCA fica dentro do intervalo de tolerância também fixado pelo CMN. Para 2017, esse intervalo é de 1,5 ponto percentual para baixo ou para cima do centro da meta. Assim, o BC terá cumprido a meta se o IPCA terminar este ano entre 3% e 6%.

No ano passado, a inflação ficou acima da meta central, mas dentro do intervalo definido pelo CMN. Já em 2015, a meta foi descumprida pelo BC – naquele ano, a inflação superou a barreira dos 10%.

Para 2018, porém, a previsão do mercado financeiro para a inflação subiu de 4,30% para 4,39%. Mesmo assim, o índice está abaixo da meta central de inflação para o período (4,5%) e também do teto de 6% fixado para o ano que vem.

Produto Interno Bruto

Para o PIB de 2017, o mercado financeiro elevou sua estimativa de crescimento de 0,46% para 0,47%. O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no País, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.  (AG)

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