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Viagem e Turismo Mesmo com o dólar alto ainda é possível visitar a Disney

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(Crédito: Reprodução)

Com o dólar em alta, a tão sonhada viagem em família para a Disney precisa ser bem planejada. Para os marinheiros de primeira viagem, é bom saber que é possível economizar em média 25% fazendo uma boa pesquisa.

Passagem aérea, hospedagem, aluguel de carro, compras e alimentação são os itens onde há a maior variação de preços. Se para a maior parte destes itens a desvalorização do real é um grande problema, as passagens surgem como um ponto fora da curva, com promoções tentadoras. Por isso, siga as companhias nas redes sociais: é lá que elas vão anunciar primeiro suas promoções. Corra, pois o número de assentos é sempre limitado.

Passagem aérea garantida, a hospedagem é o próximo passo para mergulhar no mundo encantado de Walt Disney. Se o seu sonho é se hospedar em um dos resorts dentro do parque, algumas opções podem trazer um custo-benefício interessante. A categoria econômica tem diárias a partir de 98 dólares (sem impostos) para um casal e oferece quartos temáticos, banheira, ar-condicionado e frigobar. Além disso, complexos com piscinas climatizadas, loja temática e restaurante. Fique atento: de 3 de janeiro a 6 de fevereiro é baixa temporada por lá e há muito mais ofertas.

Mas o que mais chama a atenção é a infraestrutura. A começar pelo traslado: o Disney Magical Express é um ônibus regular que transporta gratuitamente hóspedes dos hotéis Disney para o aeroporto de Orlando. Para deslocamentos internos também há monotrilho, com trajeto limitado, mas útil, e ônibus gratuitos circulando entre hotéis, parques (Magic Kingdom, Animal Kingdom, Hollywood Studios e Epcot) e Disney Springs, o centrinho de Walt Disney World Resort, com lojas, bares, restaurantes e shows. Assim, é possível economizar no aluguel do carro, na gasolina e no estacionamento.

A alimentação, sem dúvida, é um dos principais inimigos do bolso. Pensando em uma viagem de um casal com um filho, a média de gastos pode chegar a 100 dólares por dia. Os pacotes de alimentação oferecidos pelos parques e pelo hotel podem ser uma boa solução para quem quer ter o controle das despesas com a comida. Estipule um valor limite para a alimentação e consulte o preço dos pratos nos parques previamente, pelo celular ou nos mapas disponíveis na entrada.

Casas.

Opção alternativa de hospedagem, as casas alugadas costumam valer a pena pela economia e conforto. Nos últimos anos, com a grande presença de turistas brasileiros em Orlando, surgiram empresas focadas em atendimento e serviços em português, como a “Temporada em Orlando”, que tem 130 casas com diária a partir de 125 dólares para quatro pessoas. Sob demanda, a empresa organiza até roteiros dia a dia. A comunidade on-line de viajantes TripAdvisor.com.br/Rentals também tem aluguel de casas em português: para janeiro, as opções começam em 120 dólares a diária. (Everton Oliveira/AE)

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