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Tecnologia Microsoft volta a competir com Apple pelo posto de empresa mais valiosa do mundo

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Fabricante do Windows fechou o dia avaliada em US$ 2,49 trilhões, enquanto a dona do iPhone ficou avaliada em US$ 2,47 trilhões. (Foto: Reprodução)

O crescimento vertiginoso da Microsoft no primeiro trimestre trouxe a big tech de volta à corrida pelo status de empresa listada em Bolsa mais valiosa do mundo.

Com o balanço divulgado nesta semana, a gigante de software fundada por Bill Gates está a US$ 60 bilhões de destronar a Apple, fabricante do iPhone, pela primeira vez desde maio de 2020.

A Apple conseguiu alcançar o posto em julho de 2020, quando ultrapassou a Saudi Aramco, maior companhia de óleo cru do mundo.

Os resultados do terceiro trimestre da Microsoft mostraram que a gigante da tecnologia tem valor de mercado equivalente a US$ 2,40 trilhões, contra US$ 2,46 trilhões da Apple. A distância entre as empresas deve mudar nesta sexta-feira, após a divulgação do balanço trimestral da fabricante do iPhone.

“Manter o crescimento da receita de 22% a uma taxa de execução de mais de US$ 180 bilhões fornece evidências convincentes de posicionamento secular sólido em todo o portfólio”, afirmou em nota Keith Weiss, analista da Morgan Stanley, sobre o crescimento da Microsoft.

Apesar de ainda não ter superado a Apple, a Microsoft já é negociada com um prêmio de 20% em relação ao índice Nasdaq 100 de alta tecnologia.

O próximo catalisador da disputa entre big techs pode ser os resultados do quarto trimestre da Apple. Os analistas têm destacado o possível impacto no trimestre de cortes relatados nas metas de produção do iPhone 13 para 2021.

Windows 11 SE

A Microsoft supostamente trabalha no Windows 11 SE, uma nova edição do seu sistema operacional focada em notebooks de entrada. Fontes inteiradas no assunto afirmam que a companhia desenvolve o software para embarcar computadores que concorrerão com Chromebooks, focados principalmente no mercado educacional.

O sistema operacional mais leve embarcaria um novo notebook da marca, que provavelmente faria parte da família Surface. O modelo, apelidado como “Tenjin” nos escritórios da Microsoft, seria construído em plástico e teria como processador um Intel Celeron N4120, 8 GB de RAM, um monitor de 11,6 polegadas na resolução 1366 x 768 (a mesma necessária para rodar o Windows 11 tradicional), portas USB-A e USB-C e uma entrada para fones de ouvido tradicional.

Quando fosse oficialmente lançado, o PC também carregaria o nome “SE” – e não há certeza sobre o que esse acrônimo significa. Acredita-se que o termo seja uma abreviação para “School Edition” ou “Student Edition, que em português significa “Edição Escolar” e “Edição de Estudantes”, respectivamente.

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