Quarta-feira, 25 de Novembro de 2020

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Mundo Milão, na Itália, tem mais de mil casos de coronavírus em 24h e entra em alerta

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O crescimento na quantidade de contágios também tem deixado outros hospitais do município em alerta, que se preparam para a segunda onda da doença

Foto: Reprodução
O crescimento na quantidade de contágios também tem deixado outros hospitais do município em alerta, que se preparam para a segunda onda da doença. (Foto: Reprodução)

Nos últimos dias, os números do novo coronavírus em Milão estão preocupando cada vez mais as autoridades da cidade italiana. Nesta sexta-feira (16), foram registrados 1.319 casos de Covid-19 em um período de 24 horas, o equivalente a mais da metade das infecções contabilizadas em toda a região da Lombardia (2.419).

Como medida de prevenção, os prontos-socorros dos hospitais Sacco e Fatebenefratelli decidiram atender apenas pessoas infectadas e encaminhar pacientes com outras patologias para outros hospitais da cidade. A decisão foi tomada para proteger os pacientes não afetados pela Covid-19 e ainda garantir-lhes assistência médica.

O crescimento na quantidade de contágios também tem deixado outros hospitais do município em alerta, que se preparam para a segunda onda da doença. Apesar de estar realizando mais testes para detectar a Covid, os dados têm feito a prefeitura de Milão pensar em introduzir novas medidas restritivas, que também poderiam ser adotadas em outras áreas da Lombardia.

O governador da Lombardia, Attilio Fontana, por sua vez, anunciou hoje que “as novas medidas não serão dramáticas”. “Os lombardos podem ficar menos preocupados, mas devem estar atentos às medidas, caso contrário corre-se o risco de a pandemia se degenerar”.

Entre as regras que podem ser anunciadas na região estão, em particular, a introdução do ensino à distância nas escolas para diminuir a população no transporte público, além da proibição do consumo de bebidas em áreas públicas após um determinado horário, restrições em reuniões e eventos, entre outras.

O prefeito da província de Milão, Renato Saccone, no entanto, descartou a possibilidade de decretar um toque de recolher na área, porque a vida dos italianos “não depende apenas da abertura de um bar e de um restaurante”.

Além disso, o primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, afirmou que não deve ser decretado um novo lockdown em Milão. “Neste momento devemos, antes de tudo, colocar a nossa confiança no comportamento de todos os cidadãos porque essa é a nossa força”, afirmou, ao término do Conselho Europeu.

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