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Brasil Miliciano investigado no caso Marielle Franco é morto na Bahia

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Ex-policial é acusado de integrar a milícia de Rio das Pedras e estava foragido havia mais de um ano

Foto: Divulgação/Polícia Civil
Ex-policial é acusado de integrar a milícia de Rio das Pedras e estava foragido havia mais de um ano Foto: Divulgação/Polícia Civil

O ex-policial militar do Rio de Janeiro Adriano Magalhães da Nóbrega, investigado por envolvimento nas mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março de 2018, foi encontrado morto na manhã deste domingo (09) na Bahia.

O ex-capitão do Bope (Batalhão de Operações Especiais) é acusado de integrar a milícia de Rio das Pedras, zona oeste da capital fluminense e estava foragido havia mais de um ano.

De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, Adriano estava no município de Esplanada e teria efetuado disparos quando os policiais chegaram no local. No tiroteio, ele teria ficado ferido e levado para um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos.

Segundo as autoridades, Adriano tinha uma pistola austríaca calibre 9mm, além de outras três armas. O ex-agente era amigo de Fabrício de Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro quando ainda era deputado estadual. Na época, Queiroz chegou a indicar a mãe e esposa de Adriano para trabalhar no gabinete do filho do presidente Jair Bolsonaro.

O Ministério Público do Rio, por sua vez, revelou que o ex-assessor usava contas bancárias controladas por Adriano para lavar recursos obtidos no suposto esquema de “rachadinha” no gabinete de Flávio, que já até prestou uma homenagem com a Medalha Tiradentes para Adriano.

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